ENTRETENIMENTO

Essa foi a única palavra dita pelo piloto e comandante Felipe Marques

Por MRNews

Comandante Felipe Marques Monteiro morre após mais de um ano de luta pela vida no Rio de Janeiro

O Rio de Janeiro amanheceu de luto neste domingo após a confirmação da morte do comandante Felipe Marques Monteiro, piloto da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE) da Polícia Civil. O policial estava internado há mais de um ano depois de ter sido baleado na cabeça durante uma operação aérea realizada na Vila Aliança, em Bangu, na Zona Oeste da capital fluminense.

Felipe Monteiro havia se tornado símbolo de resistência e superação dentro das forças de segurança do estado. Desde o atentado sofrido em março de 2025, o comandante enfrentou uma longa batalha pela vida, marcada por cirurgias delicadas, internações prolongadas e um processo de recuperação que mobilizou familiares, colegas de profissão e milhares de pessoas nas redes sociais.

Na época do ataque, Felipe pilotava um helicóptero da Polícia Civil durante uma operação contra o crime organizado quando a aeronave foi atingida por disparos de fuzil. Um dos tiros atravessou o helicóptero e atingiu diretamente sua cabeça, em uma cena que chocou o país e reacendeu o debate sobre os riscos enfrentados diariamente pelos agentes de segurança pública no Rio.

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Após o atentado, o policial passou meses internado em estado grave. Durante esse período, apresentou momentos de melhora que chegaram a gerar esperança entre amigos e familiares. Depois de cerca de nove meses hospitalizado, Felipe chegou inclusive a receber alta médica, mas continuava necessitando de acompanhamento constante.

Nos últimos dias, porém, o quadro de saúde voltou a se agravar após complicações causadas por uma infecção severa. A piora preocupou médicos e familiares até que a confirmação da morte foi divulgada oficialmente neste domingo.

A notícia causou forte comoção entre policiais civis, autoridades e moradores do Rio de Janeiro. Nas redes sociais, colegas da corporação prestaram homenagens ao comandante, destacando sua coragem, dedicação e profissionalismo durante anos de atuação na CORE, considerada uma das unidades mais estratégicas da Polícia Civil fluminense.

Além da tristeza, a morte de Felipe Monteiro também reacendeu discussões sobre o avanço da violência armada no estado e os riscos extremos enfrentados por equipes policiais em operações aéreas. O episódio ocorrido na Vila Aliança ficou marcado como um dos ataques mais graves contra agentes de segurança nos últimos anos.

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Muitos internautas classificaram o comandante como um verdadeiro herói, lembrando a longa luta travada desde o atentado. Outros cobraram medidas mais efetivas no combate ao crime organizado e maior proteção para profissionais da segurança pública.

A Polícia Civil do Rio de Janeiro ainda deve divulgar informações sobre velório e sepultamento nas próximas horas. Enquanto isso, mensagens de solidariedade seguem chegando à família, amigos e companheiros de corporação do comandante Felipe Marques Monteiro.

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