'Estaremos sempre juntos', diz Michelle sobre unfollow Bolsonaro

‘Estaremos sempre juntos, nos amando’, diz Michelle sobre Bolsonaro após suposto unfollow

O pronunciamento vem após ela e o marido supostamente deixarem de se seguir nas redes sociais, o que causou burburinho na internet

Por Folhapress Publicado 31/10/2022 Foto: Dhavid Normando/Futura Press/Folhapress

A primeira-dama Michelle Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira (31) que ela e o presidente Jair Bolsonaro (PL) seguem “firmes, unidos, crendo em Deus e crendo no melhor para o Brasil”.

O pronunciamento vem após ela e o marido supostamente deixarem de se seguir nas redes sociais, o que causou burburinho na internet.

“Esclarecendo a matéria de hoje sobre o meu marido ter deixado de me seguir em seu Instagram, conforme o Jair explicou em várias ‘lives’ quem administra essa rede não é ele”, escreveu ela nos stories do Instagram.

E seguiu: “Eu e meu esposo seguimos firmes, unidos, crendo em Deus e crendo no melhor para o Brasil. Estaremos sempre juntos, nos amando ‘na alegria e na tristeza…’. Que Deus abençoe a nossa amada nação”.

Antes de se pronunciar sobre o suposto unfollow, Michelle publicou um trecho da Bíblia, em sua primeira manifestação após a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“Salmos 117: Louvai ao senhor todas as nações, louvai-o todos os povos. Porque a sua benignidade é grande para conosco, e a verdade do Senhor dura para sempre. Louvai ao Senhor”, afirmou a primeira-dama.

No dia seguinte à derrota nas eleições, o presidente Bolsonaro deixou por volta das 9h30 desta segunda o Palácio da Alvorada e se dirigiu para o Palácio do Planalto. Ele ainda não deu declarações.

Pela manhã, chegaram logo cedo ao Alvorada o seu filho mais velho, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o ajudante de ordens, tenente-coronel Mauro Cid e o vice em sua chapa, general Walter Braga Netto.

No domingo (30), após a vitória de Lula, aliados do presidente disseram não haver clima para contestação do pleito, apesar de o atual presidente ter passado o mandato lançando dúvidas sobre o sistema eleitoral brasileiro e já ter ameaçado anteriormente não reconhecer o resultado das eleições.

O ajudante de ordem do presidente, Mauro Cesar Cid, avisou à noite a ministros do governo que tentaram falar com Bolsonaro que ele havia ido dormir. Logo depois, às 22h06, as luzes do Palácio da Alvorada foram apagadas.

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SEPARAÇÃO? APÓS DERROTA DE BOLSONARO, MICHELLE SE PRONUNCIA SOBRE RUMORES

Nesta última segunda-feira (31/10), o fato de Michelle Bolsonaro e Jair Bolsonaro não se seguirem no Instagram ganhou grande repercussão nas redes sociais. Diante ao exposto, a primeira dama quebrou o silêncio e falou sobre o assunto no início da tarde.

Na oportunidade, Michele destacou que o perfil do marido não é gerenciado por ele e que eles permanecem “firmes, unidos”, “juntos, nos amando, na alegria e na tristeza…”.

Embora as redes sociais ter percebidos apenas nesta segunda-feira que Jair Bolsonaro e sua esposa não se seguem mais, a colunista do portal Metrópoles, Leo Dias já tinha percebido tal movimento nas redes da família do político no início deste mês.

Logo que notou tal ação, no começo deste mês de outubro, a coluna procurou a equipe de imprensa do presidente, que não quis revelar a motivação dessa decisão.

Veja o pronunciamento na íntegra abaixo:

“Esclarecendo a matéria de hoje sobre o meu marido ter deixado de me seguir em seu Instagram, conforme o Jair explicou em várias ‘lives’ quem administra essa rede não é ele. Eu e meu esposo seguimos firmes, unidos, crendo em Deus e crendo no melhor para o Brasil. Estaremos sempre juntos, nos amando “na alegria e na tristeza… Que Deus abençoe a nossa amada Nação!”

Bolsonaro e Michelle deixam de seguir um ao outro no Instagram

Horas depois de perder as eleições para Luiz Inácio Lula da Silva (PT), na noite deste último domingo (30), Jair Bolsonaro (PL) trocou unfollow com a primeira dama, Michelle Bolsonaro no Instagram.

Já se passavam mais de 12 horas que ninguém da família se pronunciava nas redes sociais. Nem Bolsonaro, nem nenhum de seus filhos e muito menos Michelle se manifestaram nas redes desde após a derrota. Rumores de que as coisas não iam bem entre os dois já circulam há mais de um ano, desde que Bolsonaro envolveu a esposa em seus negócios obscuros.

 

 

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Bolsonaristas fazem manifestação na rodovia Anhanguera, em Limeira, após resultado das eleições – Notícia de Limeira

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 Os veículos, com bandeiras do Brasil, estão estacionados no canteiro lateral da rodovia

 Eleitores do atual presidente do Brasil, Jair Bolsonaro (PL), se concentram no quilômetro 148 da rodovia Anhanguera na manhã desta segunda-feira (31) em Limeira. A manifestação acontece após o resultado das eleições, que teve como vitória o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com 60.345.999 votos, o que corresponde a 50,9% dos votos.

 Os veículos estão com bandeiras do Brasil, estacionados próximos da entrada de Limeira. Até o momento não há fechamento de faixas da rodovia e a Polícia Militar Rodoviária acompanha a manifestação. (Cauê Pixitelli)

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Gisele Bündchen está lidando bem com o divórcio: -Ansiosa para continuar a carreira – 31/10/2022 | Diário do Grande ABC

Independente! Como você acompanhou, depois de muitos rumores e boatos, Gisele Bündchen e Tom Brady finalmente anunciaram o divórcio. Desde o começo, uma das razões pública para as brigas foi a decisão do jogador de não se aposentar e continuar jogando futebol americano. Mas, apesar de estar deixando a vida com Tom para trás, Gisele está lidando muito bem. De acordo com a People, uma fonte próxima disse que o motivo da rápida adaptação é o costume da modelo de fazer tudo sozinha.

– [Ela] viveu sua própria vida por anos enquanto Tom jogava futebol, então ela não tem medo de fazer as coisas sozinha.

Além de estar seguido em frente, Gisele deixou bem claro que a sua prioridade é os filhos. O insider contou à revista que Benjamin, de 12 anos de idade, e Vivian Lake, de nove anos, estão ajudando a mãe.

– Gisele é ótima com seus filhos e irradia felicidade quando um ou ambos estão por perto. Tê-los com ela a ajudou a seguir em frente.

Carreira

Por fim, a fonte revelou que a modelo está preparada para voltar ao trabalho:

– [Ela] também está ansiosa para continuar com sua própria carreira e interesses.

Manifestantes paralisam Anhanguera em Limeira

Manifestantes paralisam Anhanguera em Limeira nesta segunda-feira (31)

Paralisações já foram registradas desde a madrugada desta segunda-feira (31), em vários pontos do Brasil, após o resultado do segundo turno das eleições

Por Giovanna Rovari Publicado 31/10/2022

Limeira registra paralisação de caminhões, tratores e veículos de passeio na Rodovia Anhanguera, sentido interior-capital, próximo à Unip.

Paralisações já foram registradas desde a madrugada desta segunda-feira (31), em vários pontos do Brasil, após o resultado do segundo turno das eleições.

Os manifestantes criticam a vitória de Luiz Inácio Lula na Silva (PT), nas urnas neste domingo (30).

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Estado de SP envia projeto sobre gratuidade de transporte público para idosos de 60 a 65 anos – Notícia de Limeira

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 Governo de SP vai arcar com subsídio de R$ 112 milhões por ano para garantir a gratuidade a idosos de baixa renda

 O governador Rodrigo Garcia enviou à Assembleia Legislativa o projeto de lei que amplia a gratuidade da tarifa do transporte público do sistema metropolitano para idosos de 60 a 65 anos na faixa de pobreza e extrema pobreza. A proposta foi encaminhada em caráter de urgência na última quinta-feira (27), e está publicada no Diário Oficial da última sexta-feira (28).

 O Governo de São Paulo prevê que o subsídio desta gratuidade será da ordem de R$ 112 milhões por ano. A medida está embasada em estudos realizados pela Secretaria dos Transportes Metropolitanos.

 Para ter direito às passagens gratuitas, os idosos devem estar inscritos no CadÚnico do Governo Federal. Uma vez que a proposta seja aprovada pelos deputados e sancionada pelo governador, o Estado de São Paulo editará as normas de cadastramento para acesso ao benefício.

 Em todo Estado de São Paulo, cerca de 110 mil pessoas poderão ser beneficiadas com viagens gratuitas no Metrô, trens da CPTM e ônibus intermunicipais nas regiões metropolitanas do estado. O acesso do beneficiário ao sistema metropolitano será através de bilhete eletrônico. (Da redação portal Notícia de Limeira)

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Erasmo Viana abre conta em plataforma de conteúdo adulto e vende nudes por quase 70 reais – 31/10/2022 | Diário do Grande ABC

Mais um para a lista de famosos que decidiram mostrar o corpo como vieram ao mundo! Pois é, Erasmo Viana decidiu abrir sua própria conta em uma plataforma adulta para vender fotos sensuais e bastante íntimas.

O muso fitness compartilhou a notícia através das redes sociais, com uma foto mostrando o tanquinho trincado e os braços super malhados, deixando aquele gostinho de quero mais. O ex de Gabriela Pugliesi está cobrando o valor de 69 reais e 90 centavos para os seguidores terem acesso às fotos exclusivas.

Um pouco da coragem, ousadia e exclusividade. Sejam bem-vindo à minha intimidade de uma maneira nunca vista antes, escreveu na descrição da conta.

Abstenções no segundo turno totalizam 20,59%

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O índice foi menor do que no primeiro turno, quando ficou em 20,95%

Por Giovanna Rovari Publicado 31/10/2022 Foto: Roberto Gardinalli

O segundo turno das eleições deste domingo (30), manteve a porcentagem de abstenção na casa dos 20%, mas o índice ficou abaixo do primeiro turno.

No primeiro turno, 20,95% dos eleitores não compareceram às urnas, o que corresponde a 32.770.982 pessoas.

Já neste domingo, 32.200.558 eleitores não foram votar.

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Previsão de alta do PIB de 2022 no Focus do BC continua em 2,76% – 31/10/2022 | Diário do Grande ABC

O Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira, 31, pelo Banco Central mostrou estabilidade no cenário de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2022 e elevação marginal em 2023. A projeção para a alta do PIB em 2022 continuou em 2,76%, contra 2,70% há um mês. Já a estimativa para a expansão do PIB em 2023 avançou de 0,63% para 0,64%, ante 0,53% um mês antes.

Considerando apenas as 28 respostas nos últimos cinco dias úteis, a estimativa para o PIB no fim de 2022 cedeu de 2,78% para 2,74%. No caso de 2023, houve 28 atualizações nos últimos cinco dias úteis, com aumento da mediana de 0,70% para 0,76%.

O Relatório Focus ainda mostrou manutenção da projeção para o crescimento do PIB em 2024, em 1,80%. Para 2025, a mediana foi mantida em 2,00%. Quatro semanas atrás, as taxas eram de 1,70% e 2,00%, nessa ordem.

Relação dívida/PIB

O Relatório de Mercado Focus indicou também leve piora na projeção para o indicador que mede a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB para 2022. A mediana subiu de 58,50% para 58,60%, contra 58,40% um mês atrás.

Já a perspectiva para a relação entre resultado primário e o PIB deste ano se manteve em superávit de 1,00%. Há um mês, a mediana era de 0,90% do PIB. A relação entre déficit nominal e PIB em 2022 variou de 6,30% para 6,20%, contra 6,40% de quatro semanas antes.

O resultado primário reflete o saldo entre receitas e despesas do governo, antes do pagamento dos juros da dívida pública. Já o resultado nominal reflete o saldo já após as despesas com juros.

Em relação a 2023, a estimativa para a dívida líquida em relação ao PIB continuou em 62,95%, de 63,23% há um mês. A mediana para o déficit primário seguiu em 0,50% do PIB e, para o rombo nominal, permaneceu em 7,70% do PIB pela 14ª semana consecutiva. Os porcentuais eram os mesmos há quatro semanas.

Eduardo Leite é reeleito

Eduardo Leite é reeleito governador do Rio Grande do Sul

Por Folhapress Publicado 30/10/2022

Trilhando um caminho que incluiu uma renúncia, um tropeço no primeiro turno e mudanças de rota, Eduardo Leite (PSDB) se tornou o primeiro governador do Rio Grande do Sul a conquistar a reeleição.

Embora tenha chegado à reeleição, Leite o fez fora do cargo -renunciou ao governo em março para uma tentativa de concorrer à Presidência- e derrotou Onyx Lorenzoni (PL), que era apoiado pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) e que tinha ficado à frente no primeiro turno.

O tucano repetiu assim o feito de Olívio Dutra (PT) há 24 anos, quando o petista ultrapassou Antônio Britto (MDB) no segundo turno.

Leite, no entanto, tinha uma desvantagem maior. No primeiro turno, Onyx havia obtido uma vantagem de 10,7 pontos percentuais, ou mais de 679 mil votos à frente de Leite.

A possibilidade de uma virada no Rio Grande do Sul foi sinalizada pelo Índice de Popularidade Digital (IPD), que mede o desempenho dos candidatos nas redes sociais.

A união dos eleitores gaúchos em torno de Leite se deu, em grande parte, para impedir que o bolsonarismo chegasse ao Palácio Piratini na figura de Onyx, ex-ministro de cinco pastas e um dos mais fiéis escudeiros de Bolsonaro.

O tucano por muito pouco não ficou fora do segundo turno mesmo com uma aliança robusta de partidos como MDB, PSD e União. Atrelando-se à candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e atacando Leite, Edegar Pretto (PT) conseguiu empolgar a esquerda e terminou a disputa a apenas 2.441 votos do candidato do PSDB.

Leite foi imediatamente pressionado pela militância de esquerda a aceitar uma troca de apoios entre PSDB e PT: ele apoiaria Lula à presidência e, em troca, receberia apoio de Pretto ao Piratini.O tucano, no entanto, rejeitou a hipótese para preservar o eleitorado conservador, que repudiaria uma aliança formal com petistas. Leite descumpriu a promessa de anunciar apoio a um presidenciável e se manteve neutro na disputa, deixando que o voto petista viesse sozinho em sua direção.

Deu certo. Primeiramente, o PT anunciou posição contrária a Onyx e, na semana da eleição, fez uma indicação de “voto crítico” em Leite justificando como “compromisso primeiro” com a “defesa da democracia e o combate às candidaturas que representam o atraso bolsonarista”.

O mau resultado do primeiro turno também fez com que Leite mudasse a identidade visual e a estratégica da campanha. Trocou o amarelo e o azul do PSDB pelas cores do Rio Grande do Sul -verde, vermelho e amarelo-, adotou trilhas sonoras regionalistas, passou a vestir trajes típicos e a se apresentar como um defensor dos interesses do estado em oposição a Onyx, que buscou se atrelar a Bolsonaro.

Leite também abandonou a postura defensiva dos debates e trocou farpas com Onyx nos oito encontros entre os dois candidatos. Uso o termo “pipoqueiro” para definir o rival, por saltar de ministério em ministério ao longo do governo Bolsonaro, o que enfureceu Onyx, que pediu “respeito aos pipoqueiros”.

Ele também tentou enquadrar o rival por ter feito um acordo com a Procuradoria-Geral da República em 2020 que incluiu multa e admissão do uso de caixa 2.

Já o ex-ministro atacou Leite pela alta evasão e baixo desempenho dos estudantes de escolas estaduais, pelas dívidas do plano de saúde dos servidores, por ter “trancado os gaúchos em casa” durante a pandemia e pela adesão do estado ao regime de recuperação fiscal -o que significa começar a pagar anualmente uma parcela que começa em R$ 2 bilhões e limitar empréstimos e investimentos.

Um dos encontros, realizados na Rádio Gaúcha em 14 de outubro, foi tenso a ponto de Onyx recusar um aperto de mão ao tucano ao final do evento. O motivo da discórdia foi uma inserção de rádio em que Onyx dizia que, com ele, o Rio Grande do Sul teria “um governador e uma primeira-dama de verdade”.

A fala foi interpretada como uma insinuação homofóbica a Leite, gay assumido. Confrontado logo na primeira pergunta, Onyx acusou o rival de se vitimizar.

Outros dois debates tiveram cenas de repercussão nacional. No dia 25, ao criticar o regime de recuperação fiscal no debate da Rádio Guaíba, mas se recusar a apresentar uma alternativa por oito vezes consecutivas, Onyx se viu transformado em memes na internet.

No debate final da última quinta-feira (27), na RBS TV/Globo, o ex-ministro justificou que não tomou vacina contra a Covid-19 porque “a melhor vacina que existe é pegar a doença”, o que está cientificamente equivocado e gerou forte repercussão negativa em redes sociais.

Leite encerrou seu último programa eleitoral de TV exibindo a declaração do rival seguida de uma tela preta com os dizeres: “Nossa solidariedade às famílias que perderam seus entes queridos na pandemia, no Rio Grande e no Brasil”.

A eleição do tucano é um respiro de alívio ao PSDB, que encolheu no Congresso e estava no segundo turno também em Pernambuco, Mato Grosso do Sul e Paraíba. Leite se dizia um opositor do mecanismo da reeleição e prometia não concorrer em 2022.

No ano passado, ele disputou as prévias presidenciais contra João Doria, então governador de São Paulo, um processo traumático que terminou com ambos renunciando aos seus cargos eletivos, mas nenhum se candidatando a presidente -o partido, por fim, decidiu apoiar Simone Tebet (MDB).

Leite, então, concorreu novamente ao Piratini e foi bem-sucedido, mesmo tachado pelos rivais como um político que não cumpre a palavra empenhada. Ele reassumirá o posto de governador aos 37 anos. Antes, foi vereador e prefeito de Pelotas entre 2013 e 2016.

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Cientistas alertam sobre estudos que ligam álcool a benefícios para saúde – 31/10/2022 | Diário do Grande ABC

Já é senso comum acreditar que o consumo de uma taça de vinho por dia pode ser benéfico para o coração. Essa informação, que une o útil ao agradável, tem como base estudos que apontaram possíveis vantagens da bebida para a saúde cardíaca – e não são raros os trabalhos científicos que tentam avaliar se há algum efeito positivo do álcool para o nosso organismo. Mas será que dá para confiar nessas pesquisas?

Entre especialistas, há consenso de que provar definitivamente efeitos positivos da bebida para o organismo, sobretudo diante dos graves riscos da substância, é algo distante. No início do ano, a Federação Mundial de Cardiologia divulgou documento em que alerta não haver nível seguro de álcool para o coração.

Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), o consumo nocivo de álcool é fator causal de mais de 200 doenças e lesões. Além disso, está por trás de mais de 3 milhões de mortes por ano no mundo, além de efeitos sociais e ligados à violência.

Estudos experimentais que destacam possíveis benefícios apontam ação antioxidante, redução da resistência à insulina e diminuição do LDL, o colesterol ruim. Alguns sugerem até algum efeito benéfico contra o surgimento de demências.

Especialistas ouvidos pelo Estadão, porém, fazem ressalvas. “Há outras moléculas antioxidantes; por exemplo. Sabemos que a vitamina C tem esse efeito, mas não dá para dizer que tudo se resolve com acerola”, diz William Peres, professor da área de ciências químicas e farmacêuticas da Universidade Federal de Pelotas.

Parte dos estudos, dizem os cientistas, é preliminar, com poucos participantes ou até mesmo incluíram testes só com animais. Há ainda um problema comum que envolve a metodologia: é possível que outros hábitos do grupo pesquisado, e não o uso de álcool, sejam responsáveis pelo efeito protetivo ou positivo.

“Como cardiologista, nunca posso sugerir beber para ter efeito benéfico”, afirma Fábio Fernandes, da Sociedade Brasileira de Cardiologia e diretor de miocardiopatias do Instituto do Coração (Incor), que destaca ainda o peso da genética. “As pessoas metabolizam o álcool de modos diferentes. Um paciente diabético ou com níveis de triglicérides altos terá alterações metabólicas importantes.”

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Lula vence e será presidente do Brasil pela terceira vez

Lula vence e será presidente do Brasil pela terceira vez

Por Folhapress Publicado 30/10/2022

Luiz Inácio Lula da Silva foi eleito novamente presidente do Brasil. O líder petista venceu o segundo turno da disputa, realizado neste domingo (30), ao derrotar o atual chefe do Executivo, Jair Bolsonaro (PL), o primeiro a não conseguir a reeleição.

Quando assumir, em janeiro, Lula, 77, será o mais velho ocupante do cargo na história. Será sua terceira passagem pelo governo, que liderou em dois mandatos (2003-2010).

Após a altamente incomum campanha de 2018, quando os brasileiros elegeram um obscuro deputado federal dono de um discurso radical de direita em reação à implosão vigente do sistema partidário tradicional, desta vez a maioria do eleitorado buscou conforto numa figura conhecida.

Com efeito, Lula passou a jornada eleitoral vendendo a ideia de uma volta ao passado, quando a economia mundial era outra e favorável ao Brasil.

Os diversos escândalos de corrupção associados ao seu partido, o PT, mantiveram sua rejeição alta, acima dos 40%, mas o caráter plebiscitário do pleito foi pior para Bolsonaro, que sempre registrou ao menos 50% de ojeriza dos eleitores.

O então candidato petista não quis se comprometer com soluções claras para problemas centrais, de resto inexistentes também na retórica radical de Bolsonaro, que passou todo o seu mandato em uma escalada autoritária que culminou nas investidas contra o próprio sistema eleitoral que o gerou.

Desde 2020, fala-se abertamente acerca do golpismo do atual presidente e qual apoio ele poderia angariar, levando até a inusuais manifestações em favor da democracia brasileira feitas pelos EUA.

Essa degradação institucional também favoreceu a figura apresentada por Lula, de compromisso com a democracia e com a previsibilidade, ainda que ele tenha pedido um cheque em branco ao eleitor, já que não colocou no papel as propostas citadas em discursos.

Em janeiro de 2023 será conhecido o seu valor.

A campanha, salvo lamentáveis episódios em que houve mortes, só esquentou retoricamente ao longo do segundo turno, após Bolsonaro chegar a ele com uma votação superior à que se antecipava com base nas pesquisas.

Voto útil de eleitores de Ciro Gomes (PDT) e abstenção foram apontados como responsáveis.

Pelo caminho ficaram o pedetista e Simone Tebet (MDB), surgidos das ruínas do projeto de terceira via que vitimou João Doria (ex-PSDB, fora do pleito), Sergio Moro (União Brasil, eleito senador) e tantos outros.

Ciro parece no ocaso de sua carreira; Tebet, no começo. Ambos apoiaram Lula, mas a emedebista ganhou assento e voz na campanha, sugerindo que o governo do petista será de transição.

Durante a campanha, houve alguma oscilação nas curvas de intenção de voto, em geral favorável a Bolsonaro, favorecido pelo maior tempo de exposição do eleitorado à propaganda de suas medidas populistas –outro resto a pagar para Lula Mas ao fim o desenho da disputa se manteve muito estável.

O arco narrativo entre o momento em que o petista deixou o poder, com popularidade acima de 80%, e seu triunfo agora é marcado por uma das maiores reviravoltas já registradas na política brasileira.

Em 2010, Lula conseguiu eleger a sucessora ungida, Dilma Rousseff (PT).

Até 2013, ela registrava índices de aprovação até superiores aos do mentor, mas as ruas colapsaram nos atos de junho daquele ano.

As massas que ocuparam cidades inicialmente pelo reajuste da tarifa do transporte liberaram uma energia de protesto represada havia anos no país.

A classe média ganhou corpo e, com ela, um eleitorado conservador mais aguerrido em um ambiente usualmente habitado pela centro-esquerda.

Dilma conseguiu se reeleger em 2014, mas com muita dificuldade. Seu rival à época, Aécio Neves (PSDB), iniciou um movimento de contestação de sua legitimidade e foi seguido por um Congresso cada vez mais insatisfeito com a ruína econômica que a petista começava a entregar na forma de recessão.

Ao mesmo tempo, desde aquele ano, a Operação Lava Jato trouxe níveis inauditos de revelações de corrupção envolvendo o mundo político, o PT à frente, mas não só.

O clima de indignação, particularmente na classe média ante uma esquerda cada vez mais atônita, deu continuidade aos movimentos de 2013.

A tempestade perfeita atingiu Dilma em 2016, quando a petista foi impedida sob grandes protestos. Lula buscou se afastar, mas logo depois viu as investigações da Lava Jato chegarem a seus calcanhares.

Em 2018, condenado já em duas instâncias, o ex-presidente foi preso, com uma mãozinha do Exército de onde saiu Bolsonaro, por meio da pressão exercida por seu comandante sobre o Supremo Tribunal Federal que iria julgar um habeas corpus preventivo, mas o fato é que a corte teria decidido da mesma forma.

O episódio do post do general Eduardo Villas Bôas no Twitter ficou como marco da anomia que se insinuaria nos anos seguintes, de todo modo. Para os militares, é uma herança que, assim como a associação simbólica ao governo do capitão reformado, levará anos para ser processada.

E Lula amargou 580 dias numa cela da Polícia Federal em Curitiba, coração da força-tarefa da Lava Jato.

Enquanto isso, o sistema político desmoronava com descobertas diversas de corrupção.

O governo de Michel Temer (MDB), que era vice de Dilma, parou de funcionar em maio de 2017, após eclodir o escândalo no qual o presidente foi grampeado pelo empresário Joesley Batista.

Aécio, um grande aliado, também caiu na rede pedindo dinheiro ao dono do frigorífico JBS e inviabilizou-se como candidato em 2018.

Terra arrasada, emergiu Bolsonaro, fingindo que seus 28 anos de Congresso o qualificavam de “outsider”.

As franjas mais radicais da direita que se viam nas ruas desde o impeachment ganharam corpo nas redes sociais, defendendo abertamente ideias golpistas, autoritárias e intervencionistas.

Antes, o pleito municipal de 2016 confirmou o atestado de óbito temporário do PT, simbolizado na derrota do prefeito paulistano Fernando Haddad em primeiro turno.

Lula ficou preso até dezembro de 2019, quando a mudança do entendimento do momento da prisão foi feita pelo mesmo Supremo que havia decidido endurecê-la e autorizá-la antes do trânsito em julgado.

Em abril de 2021, veio a recuperação dos direitos políticos, a partir da anulação de suas condenações por uma questão processual.

No Brasil, a maré da Lava Jato refluiu, e Bolsonaro foi o primeiro a instrumentalizar isso. Trouxe para seu governo Moro, o juiz símbolo da operação, só para vê-lo sair atirando um ano depois.

O ex-magistrado viu sua envergadura moral desaparecer no momento em que a Lava Jato em si foi encerrada por uma Procuradoria-Geral aliada do presidente e acabou imolado ao ser declarado parcial no Supremo.

Ao novo clima somou-se a turbulência em modo constante de Bolsonaro no poder, macaqueada de seu ídolo, Donald Trump.

Até o roteiro de sedição apresentado pelo hoje ex-presidente americano quando ficou evidente que não tinha como contestar a vitória de Joe Biden em 2020, culminando na invasão do Capitólio dos EUA em janeiro do ano passado, foi copiado pelo brasileiro.

Nunca houve no Brasil um presidente tão divisivo. O escaninho que a história reservará a Bolsonaro é dividido entre a repugnância que causou na maioria do eleitorado e a adoração da grande fatia de pessoas que o apoia. É um capital que ele arregimentou, decisivo para definir seu papel daqui para frente.

A pandemia da Covid exacerbou todo o quadro, opondo um presidente negacionista a governadores obrigados a adotar medidas impopulares para tentar coibir a circulação do vírus.

Os incentivos de Bolsonaro a tratamentos falsos e remédios ineficazes, assim como a protelação na compra de vacinas, lhe fizeram valer o apelido de genocida: sob sua guarda, morreram 686 mil brasileiros até aqui.

Dada a anemia com que alternativas se comportavam em pesquisas, Lula começou então sua caminhada de volta ao Planalto.

O principal gesto simbólico foi a adesão de Geraldo Alckmin, seu adversário no segundo turno de 2006, que virou seu vice pelo PSB após mais de duas décadas no PSDB.

As dificuldades econômicas, em especial a inflação de alimentos, perseguiram Bolsonaro no primeiro semestre e selaram a preferência por Lula entre os mais pobres.

No grupo de quem ganha até 2 salários mínimos, metade do eleitorado, o petista teve vantagem acima de 30 pontos ao longo da campanha.

Na elite, o petista evitou se apresentar por completo, mas fez sinalizações de que pretende governar de forma pactuada, porque não terá maioria natural no Congresso até que o centrão, que apoiou Bolsonaro e o abrigou, resolva se acomodar ao novo-velho presidente –o que já é um processo em curso.

Ainda há dúvidas acerca de qual Lula irá se sentar na cadeira: se uma figura mais imperial, buscando lustrar sua imagem após os arranhões na reta final da carreira, preparando uma transição para um Brasil em que ele não seja personagem central, ou um presidente mais incisivo no cotidiano, talvez procurando vingança ou compensação pelo que percebe como injustiça sofrida.

Um primeiro teste será sua relação com o Judiciário: os mesmos ministros do Supremo que viveram às turras com Bolsonaro foram aqueles que validaram por um tempo o lava-jatismo e fustigaram Lula.

Nas últimas semanas, o apoio dado pelo algoz do PT no escândalo do mensalão, o ex-ministro Joaquim Barbosa, e pelo ex-decano da corte Celso de Mello indicaram uma aproximação.

Lula terá duas vagas para preencher por aposentadoria no Supremo já em sua estreia no mandato. Isso, e a definição de um nome político que não assuste o empresariado na chefia da economia, serão sinalizadores potentes acerca do que pretende o ex-retirante de Garanhuns (PE).

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Lula é eleito presidente do Brasil – Notícia de Limeira

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 O ex-presidente do Brasil foi eleito com pouca diferença de votos do atual presidente

 O atual candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi eleito presidente do Brasil. A disputa foi bastante concorrida e Lula foi eleito presidente do Brasil com mais de 50% dos votos. O atual presidente do Brasil, Jair Messias Bolsonaro, termina seu mandato em dezembro deste ano. (Cauê Pixitelli)

 Foto: reprodução

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Em discurso na BA, Jerônimo diz que governará em 'mutirão com Lula pelo Brasil' – 31/10/2022 | Diário do Grande ABC

No primeiro discurso como governador eleito da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT) destacou a vitória do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e prometeu uma gestão “em mutirão com Lula pelo Brasil”.

“Vamos participar das reuniões de transição do governo Lula. Vamos participar das reuniões de transição do governo Lula. Ele mesmo nos garantiu que vai querer os governadores atuais, os governadores eleitos”, disse o petista em pronunciamento à imprensa na noite deste domingo, 30.

Jerônimo ainda celebrou o êxito de Lula nas urnas e disse que a eleição deste ano é uma celebração da democracia. “Além da democracia, a vitória do Lula significa trazer a cada brasileiro, a cada brasileira, a esperança de ter comida na mesa, dinheiro no bolso, casa, emprego”, afirmou, ao destacar que a Bahia não teve “um voto capacho” no presidente eleito.

O petista agradeceu ao governador Rui Costa (PT) e ao ex-governador e atual senador Jaques Wagner (PT), padrinhos políticos e principais articuladores da sua campanha ao governo do Estado. “Wagner e Rui prepararam a Bahia para a gente governar. Por trás (da minha candidatura), tem um time. Ele (Rui Costa) não teve essa companhia de um presidente que gostasse de gente. Ao contrário, teve um presidente que castigou, humilhou, traiu o voto do Brasil em 2018”, destacou, ao lembrar que vai governar o Estado em alinhamento com Lula, ao contrário de Costa, que teve o segundo mandato em meio à gestão do presidente Jair Bolsonaro (PL), um opositor.

Com 99,98% das urnas apuradas, Jerônimo desbancou o ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil) por 52,79% a 47,21% dos votos válidos.

Bolsonaro vence as eleições em Limeira com 73,45%

Bolsonaro vence as eleições em Limeira com 73,45%

Em números absolutos, Bolsonaro teve 129.373 votos em Limeira, enquanto o petista teve 46.753 votos

Por Giovanna Rovari Publicado 30/10/2022 Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Apesar de Luís Inácio Lula da Silva (PT) ter vencido as eleições para presidente, em Limeira, Jair Bolsonaro (PL), venceu no eleitorado limeirense com 73,45% dos votos válidos.

Lula teve 26,55% dos votos.

Em números absolutos, Bolsonaro teve 129.373 votos em Limeira, enquanto o petista teve 46.753 votos.

Votos brancos totalizaram 1,57%, nulos 3,57% e abstenções, 19,47%.

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Tarcísio de Freitas é eleito governador de São Paulo – Notícia de Limeira

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 Tarcísio foi eleito com 55,26% dos votos válidos

 O candidato a governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), obteve maior número de votos contra o ex-prefeito paulistano Fernando Haddad (PT). Ele foi eleito governador de São Paulo neste domingo (30) com 13.440.037 votos válidos contra 10.875.639 votos do candidato do PT. Tarcísio Gomes de Freitas tem 47 anos, é engenheiro e servidor público federal, foi ministro da Infraestrutura do governo Jair Bolsonaro e seu vice é Felício Ramuth (PSD). Votos nulos foram 6,7% e brancos, 4%. O índice de abstenção foi de 21,12%. Até o momento, 99,85% das urnas foram apuradas. (Renan Isaltino)

Foto: reprodução

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Macron: 'Juntos, vamos unir forças e renovar vínculo de amizade entre países' – 30/10/2022 | Diário do Grande ABC

O presidente da França, Emmanuel Macron, comemora a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições à Presidência.

“Parabéns, caro Lula, por sua eleição que dá início a um novo capítulo da história do Brasil. Juntos, vamos unir nossas forças para enfrentar os muitos desafios comuns e renovar o vínculo de amizade entre nossos dois países”, escreveu Macron em publicação no Twitter.

Com x%, Tarcísio de Freitas é o novo governador de São Paulo

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Candidato do Republicanos venceu a disputa contra o candidato do PT, Fernando Haddad

Por Giovanna Rovari Publicado 30/10/2022 SÃO PAULO – SP, BRASIL 30-10-2022 -VOTAÇÃO TARCÍSIO -Votação de Tarcísio de Freitas (Republicanos), candidato ao governo de SP, na escola Carlos Saloni, em São José dos Campos, neste segundo turno. (Foto: Ronny Santos/Folhapress)

Após pouco mais de duas horas do início da apuração do segundo turno das eleições para governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), venceu a disputa contra o candidato do PT, Fernando Haddad, com 55,34% dos votos válidos.

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Prefeito e vice-prefeita de Limeira votam neste domingo nas eleições 2022 – Notícia de Limeira

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 Eles falaram sobre a importância da votação

 O prefeito Mario Botion e a vice-prefeita de Limeira, Erika Tank, votaram neste domingo (30) em Limeira. Eles votaram na escola Brasil e falaram sobre a importância da votação. “Um dia importante, já cumpri com meu dever de cidadão.”, declarou o prefeito de Limeira.

 A vice-prefeita lembrou que a maioria da população é quem vai definir os próximos representantes do país. “A população, a sua maioria decide o destino e espero que todos aceitem.”. Assista os detalhes na reportagem de Cauê Pixitelli:

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'Todas as polícias são órgão de Estado, e não de governo', ressalta Moraes – 30/10/2022 | Diário do Grande ABC

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes, disse neste domingo, 30, que as instituições policiais, como a Polícia Rodoviária Federal (PRF), são órgãos de “Estado e não de governo”, buscando rebater suspeitas levantadas sobre a atuação da PRF nas operações em ônibus que transportavam eleitores. “Eu parto do respeito institucional da PF e sei que ela realizará e está realizando operações contra a criminalidade, não contra candidatura A ou B”, afirmou Moraes após ser questionado sobre o assunto em coletiva de imprensa realiza no TSE, em Brasília.

O presidente do tribunal falou com jornalistas após o diretor-geral da PRF, Silvinei Vasques, comparecer à Corte Eleitoral para prestar esclarecimentos sobre as operações.

Moraes explicou que, de acordo com informações repassadas pelo diretor-geral, as operações não teriam impedido que eleitores pudessem chegar as suas seções eleitorais, e que elas teriam durado no máximo 15 minutos, cada uma. “Como eu disse, segundo a explicação do diretor da PRF, e passada por escrito, nenhuma operação levou mais que 15 minutos, foram operações com base no código de trânsito brasileiro”, disse o presidente do TSE, reafirmando também que o tribunal analisará o porquê de as operações ocorrerem e se houve algum problema interpretativa sobre a decisão da Corte.

“Não existe determinação judicial por conversa”, declarou ainda Moraes. Segundo ele, se ficar comprovado que houve algum desvio de finalidade ou abuso de poder nos episódios, haverá responsabilização. “Responsabilidade poderá ser civil , criminal e/ou eleitoral”, explicou.

“Eu não consigo imaginar que a garantia do transporte público gratuito seja só para eleitores de uma candidatura. É impossível achar que o transporte de metrô de BH favorece A ou B.

‘Se tivermos 100% dos eleitores votando é possível falar que isso é ruim para democracia? Não há prejuízo para qualquer uma das chapas garantindo o transporte público aos eleitores”, reforçou Moraes.

Na entrevista à imprensa, o presidente do TSE pontuou ainda que a atuação da PRF foi levantada também como uma preocupação de “inúmeros parlamentares”, mas reiterou não haver notícia de que algum eleitor não tenha conseguido votar em razão das atividades da polícia. Questionado sobre o número de operações realizadas no segundo turno pela Polícia Rodoviária Federal, Moraes afirmou que, de acordo com Vasques, as atividades foram programadas pela PRF com base em informações do primeiro turno das eleições, que ocorreu no último dia 2. O presidente do TSE ainda explicou que a determinação da Corte se refere ao transporte público, e que o TSE não verifica “obstáculo em outros meios”.

Sobre o caso do metrô em Belo Horizonte que, apesar de decisão judicial, não estava disponibilizando passagem gratuita aos eleitores no início do dia, Moraes disse que o problema foi resolvido. “Encaminhei decisão judicial e foi resolvido em torno das 12h”, afirmou o presidente do TSE, segundo quem também haverá uma apuração sobre o caso.