Dino manda suspender pagamento de penduricalhos nos Três Poderes

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quinta-feira (5) a suspensão do pagamento dos chamados “penduricalhos”, benefícios que são concedidos a servidores públicos e que não cumprem o teto remuneratório constitucional, de R$ 46,3 mil. A suspensão vale para os Três Poderes.

Pela decisão, os Três Poderes têm prazo de 60 dias para revisar e suspender pagamento das verbas indenizatórias sem base legal.

Na decisão, Flávio Dino afirmou que há um “fenômeno da multiplicação anômala” de verbas indenizatórias incompatíveis com a Constituição. Ele cita o pagamento de “auxílio-peru” e “auxílio-panetone” (benefícios extras de fim de ano) como exemplos de ilegalidade.

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“Destaco que, seguramente, tal amplo rol de ‘indenizações’, gerando supersalários, não possui precedentes no direito brasileiro, tampouco no direito comparado, nem mesmo nos países mais ricos do planeta”, argumentou.

A suspensão deve ser cumprida em todo o país e vale para o Judiciário, Executivo e Legislativo federais e estaduais.

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Império dos penduricalhos

Flávio Dino também defendeu que o Congresso aprove uma lei para deixar claro quais as verbas indenizatórias podem ser admissíveis como exceção ao teto constitucional, que é equivalente ao salário dos ministros do Supremo.

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“Por este caminho, certamente será mais eficaz e rápido o fim do império dos penduricalhos, com efetiva justiça remuneratória, tão necessária para a valorização dos servidores públicos e para a eficiência e dignidade do serviço público”, ressaltou. 

A suspensão dos penduricalhos foi decidida em um processo no qual Dino negou o pagamento de auxílio-alimentação retroativo a um juiz de Minas Gerais.  

Brasil atinge recorde de feminicídios em 2025: quatro mortes por dia

O Brasil atingiu número recorde de 1.518 vítimas de feminicídios em 2025, ano em que a sanção da Lei do Feminicídio completou dez anos.

Na ocasião, a norma inseriu no Código Penal o crime de homicídio contra mulheres no contexto de violência doméstica e de discriminação. Os dados são do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

No ano anterior, em 2024, o país já havia atingido recorde, com 1.458 vítimas.

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“Se [a alta de casos] está acontecendo, isso é uma omissão do Estado, porque esse é um crime evitável”, afirmou Samira Bueno, diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), durante lançamento do relatório anual da Human Rights Watch (HRW), nesta quarta-feira (4).

O documento, que analisa a situação dos direitos humanos em mais de 100 países, apontou a violência doméstica e de gênero como uma das violações mais frequentes no Brasil.

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Segundo a especialista, a omissão atinge todas as esferas de poder.

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Cartilha une saberes de terreiros e prevenção do câncer em negras

“A gente vive no Brasil hoje o desfinanciamento dessas políticas nos níveis municipais e estaduais, especialmente, que são os atores que estão envolvidos na rede de proteção, que tem à mão a assistência social, a saúde e a polícia para de fato fazer a diferença na vida dessas meninas e mulheres”, disse.

Samira Bueno destaca que não é possível fazer política pública para proteger a vida de meninas e mulheres sem recursos humanos e financeiros.

“Essa é uma bandeira que muitos políticos gostam de carregar, a defesa da vida das meninas e das mulheres, mas no momento em que tem o poder de caneta, que sentam na cadeira e que tem a capacidade de fazer a diferença, o orçamento não chega”, disse.

Pacto contra o feminicídio

Ontem, em uma iniciativa conjunta, o governo federal, o Congresso Nacional e o Poder Judiciário lançaram o Pacto Nacional – Brasil contra o Feminicídio.

O plano prevê atuação coordenada e permanente entre os Três Poderes com o objetivo de prevenir a violência contra meninas e mulheres no Brasil.

A estratégia inclui ainda o site TodosPorTodas.br, que vai reunir informações sobre o pacto, divulgar ações previstas, apresentar canais de denúncia e políticas públicas de proteção às mulheres, além de estimular o engajamento de instituições públicas, empresas privadas e da sociedade civil.

Repercussão na imprensa

No ano passado, casos de feminicídio tiveram grande repercussão na imprensa e nas redes sociais. O assassinato de Tainara Souza Santos, que foi atropelada e arrastada – presa embaixo do veículo – por cerca de um quilômetro na Marginal Tietê foi um deles.

Especialistas ouvidos pela Agência Brasil apontam que os crimes recentes mostram o grave cenário de violência contra a mulher no país.

 

Anvisa e MPF assinam acordo para combater cigarros eletrônicos

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Ministério Público Federal (MPF) assinaram acordo com o objetivo de intensificar ações de fiscalização e fortalecer o enfrentamento ao comércio ilegal de dispositivos eletrônicos para fumar, popularmente conhecidos como cigarros eletrônicos ou vapes.

Em nota, a Anvisa informou que o acordo visa garantir o cumprimento da Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 855/2024, que proíbe a fabricação, a importação, a comercialização, a distribuição, o armazenamento, o transporte e a propaganda de cigarros eletrônicos em território nacional.

“A ideia é unir a expertise técnica da Anvisa ao poder de atuação jurídica do MPF”, destacou a agência no comunicado.

Mais da metade dos negócios em favelas foi aberta a partir da pandemia

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O acordo terá vigência inicial de cinco anos, com reuniões periódicas entre as equipes responsáveis. Não há previsão de transferência de recursos entre as partes.

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Entenda

Entre as medidas previstas no acordo está o compartilhamento sistemático de informações técnicas e de dados sobre fiscalizações realizadas em ambientes físicos e virtuais.

Caberá à Anvisa fornecer subsídios técnicos e informações sobre as ações do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária, enquanto o MPF fará a apuração das infrações identificadas e a articulação com outros órgãos de controle.

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A parceria prevê ainda o desenvolvimento de ações de comunicação e sensibilização sobre riscos associados ao uso de cigarros eletrônicos como parte de estratégias de proteção à saúde pública.

Mais da metade dos negócios em favelas foi aberta a partir da pandemia

Há cerca de quatro anos, a designer Ligia Emanuel da Silva abriu um pequeno negócio em um território potiguara, na cidade de Rio Tinto, litoral norte da Paraíba. Foi durante a pandemia da covid-19 que ela teve a ideia de produzir e vender acessórios e adornos baseados na cultura, estética e ancestralidade africanas.

A partir de uma maleta de miçangas da mãe, nasceram as primeiras peças do Entorno Acessórios.

“Eu já fazia para mim e passei a fazer para adornar outros corpos”, revelou à Agência Brasil.

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“Os adornos se fundamentam em saberes tradicionais, especialmente com o trabalho manual, com as miçangas e com os arames”, descreve.

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Com um perfil na rede social para fazer divulgação de seu negócio, a paraibana trabalha sozinha e, além de motivação econômica, enxerga na atividade empreendedora um fator cultural que resulta em um ato político.

Ligia Emanuel da Silva abriu um pequeno negócio em Rio Tinto, litoral norte da Paraíba – Foto: Ligia Emanuele/Arquivo pessoal

“Quando a gente se adorna com os nossos símbolos, nossos elementos estéticos-culturais, a gente articula um discurso sobre quem somos e de onde viemos”, define.

Marco da pandemia

Ligia ilustra um dado presente em uma pesquisa sobre empreendimentos que funcionam nas favelas brasileiras: 56% dos negócios começaram a funcionar a partir de fevereiro de 2020, quando a pandemia da covid-19 deu sinais pelo Brasil.

O levantamento aponta que 12% dos negócios foram abertos entre fevereiro de 2020 e abril de 2022, período que engloba os momentos mais críticos da crise sanitária. E 44% foram estabelecidos a partir de maio de 2022, quando terminou o estado de emergência em saúde.

A pesquisa foi realizada pelo instituto Data Favela, ligado à Central Única das Favelas (Cufa), uma organização sem fins lucrativos. O levantamento foi encomendado pela VR, empresa de serviços financeiros e benefícios em alimentação.

Para Cleo Santana, uma das responsáveis do Data Favela, o fato de a maioria dos negócios terem sido iniciados após o surgimento da pandemia tem a ver com a crise econômica vivenciada no momento.

“Muitas pessoas perderam seus empregos e precisaram se reinventar e buscar novas formas de manter as necessidades básicas próprias e de sua família”, disse à Agência Brasil.

“Por que não tornar aquela torta que era feita nas festas de família em um produto cuja venda traz renda para dentro de casa?”, exemplifica.

“É a capacidade de se reinventar”, completa.

Perfil dos negócios

O Data Favela entrevistou 1 mil empreendedores de favelas em todo o Brasil, em outubro e novembro de 2025, para traçar um perfil dos donos de negócios das comunidades do país.

O levantamento identificou que 23% tinham faturamento de até um salário mínimo da época (R$ 1.518), enquanto 28% arrecadavam entre um e dois mínimos, no máximo. Ou seja, praticamente metade (51%) faturava até R$ 3.040. Na outra ponta, apenas 5% tinham receita superior a R$ 15,2 mil.

O mundo da contabilidade evidencia que faturamento não é sinônimo de lucro. A pesquisa revela que 57% dos estabelecimentos gastam até R$ 3.040 por mês para manter o negócio.

De acordo com o Data Favela, “leva a supor que os gastos são equivalentes ao que essas pessoas faturam mensalmente”.

Data Favela entrevistou 1 mil empreendedores de favelas em todo o Brasil – Foto: Lucas Costa/Divulgação

Investimento de partida

Os pesquisadores identificaram que 37% dos empreendedores de favelas precisaram de capital inicial de até R$ 1.520 para abrir o negócio. Para 23%, o valor chegou no máximo a R$ 3.040. Apenas 9% dos entrevistados citaram recursos financeiros superiores a R$ 15,2 mil.

Na hora de saber de onde veio o capital inicial, mais da metade (57%) citou economias pessoais ou da família. Outras fontes comuns sinalizadas são indenização trabalhista (14%), dinheiro extra (14%) e empréstimo em banco (13%).

Administração

Praticamente seis em cada dez (59%) empreendedores de favelas administram o negócio apenas com anotações em um caderno, 13% simplesmente não registram nada, 24% utilizam planilhas e 4% algum outro meio.

Na hora de promover o produto ou serviço, 58% o fazem pelo WhatsApp; 75%, pelo Instagram, como a Lígia; e 41%, pelo Facebook, e 3% estão no iFood. Os pesquisadores identificaram que 34% dependem exclusivamente da propaganda boca a boca.

As principais áreas de negócios dos estabelecimentos em favelas são alimentação e bebidas (45%), moda (12%) e beleza (13%) e artesanato (8%).

Motivação

O Data Favela perguntou aos empreendedores o que levou a abrir o próprio negócio. No topo das respostas figuram desejo de independência (45%), seguido por necessidade econômica (29%), falta de emprego (26%), oportunidade (18%) e tradição familiar (7%).

Para a diretora de Marketing da VR, Karina Meyer, a pesquisa mostra que “para muitos, empreender não foi uma escolha planejada, mas uma necessidade imposta pela falta de oportunidades no mercado formal de trabalho ou pela urgência de gerar renda”.

Na hora de promover o produto ou serviço, 58% o fazem pelo WhatsApp e 75%, pelo Instagram – Foto: entorno_acessorios/Instagram

Os pesquisadores buscaram informações sobre os principais desafios enfrentados pelos empreendedores de favela. A maioria citou falta de capital (51%) e dificuldade de acesso ao crédito (25%).

Karina Meyer, da VR, assinala que “ferramentas como crédito, soluções de gestão de negócio e digitalização de processos são primordiais para construir uma economia mais forte e sustentável nas favelas”.

Mais destaques da pesquisa:

  • 5% dos donos de negócios em favela moram no “asfalto”, ou seja, fora de comunidade
  • 21% recebem o programa assistência Bolsa Família
  • 5% são aposentados
  • 19% conciliam o negócio com algum emprego, sendo 9% com carteira assinada
  • 40% são formalizados, sendo 36% microempreendedor individual (MEI)
  • o meio de recebimento mais comum é o pix (91%), seguido de perto pelo dinheiro em espécie (85%)
  • parcela dos que aceitam cartões não chega a 30%, sendo o cartão de crédito (28%) à frente do de débito (25%)
  • 22% aceitam vender fiado

Economia das favelas

De acordo com o Data Favela, as comunidades brasileiras movimentam R$ 300 bilhões por ano. 

Cleo Santana, do Data Favela, destaca o papel dos negócios nas comunidades para desenvolver esses territórios.

“Conforme um negócio nasce, surgem oportunidades locais de emprego, mesmo que informais, ajudando a movimentar a economia local”, explica.

“Pequenos empreendedores tendem a comprar no local, fortalecendo outros pequenos empreendedores”, enfatiza.

Empreendedores das favelas e periferias movimentam R$ 300 bilhões por ano – Foto: Tânia Rego/Agência Brasil

Censo

O Censo 2022, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostrou que 8% dos brasileiros moram em favelas. Eram 16,4 milhões de pessoas de um universo de 203 milhões de habitantes, quatro anos atrás. 

O IBGE apontou 12.348 favelas em 656 municípios Brasil afora.

Os pretos (16,1%) e os pardos (56,8%) representam 72,9% dos moradores de comunidades. As mulheres são 51,7% das habitantes dessas áreas.

Conab prevê colheita recorde de café com crescimento de 17,1% em 2026

A produção brasileira de sacas beneficiadas de café pode ser recorde e subir 17,1% em 2026, de acordo com projeção divulgada nesta quinta-feira (5) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Segundo o 1º Levantamento da Safra de Café em 2026, o volume produzido deve somar 66,2 milhões de sacas beneficiadas, superando o ciclo anterior, de 2025.

“Se confirmado o resultado, este será um novo recorde na série histórica da Companhia, ultrapassando a safra de 2020, quando foram colhidas 63,1 milhões de sacas”, informou a Conab.

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Mais terra e produtividade

O crescimento se deve a fatores como o aumento de 4,1% na área usada para a produção, também em relação ao ano passado. A estimativa é que 1,9 milhão de hectares sejam plantados na atual temporada.

A Conab projeta ainda elevação de 12,4% na produtividade em relação à safra passada, com uma colheita de 34,2 sacas por hectare.

De acordo com a companhia, a melhora da produtividade se deve às condições climáticas mais favoráveis e à adoção de tecnologias e boas práticas de manejo nas lavouras.

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Arábica e conilon

Com relação à produção de café arábica, a colheita estimada é de 44,1 milhões de sacas – aumento de 23,3% na comparação com o ciclo 2025.

“Essa elevação é atribuída ao crescimento de área em produção, às condições climáticas mais favoráveis e à bienalidade positiva”, detalhou a companhia.

A expectativa é também de aumento na colheita do café tipo conilon. A safra estimada é de 22,1 milhões de sacas, o que representa alta de 6,4% na comparação com a produção obtida em 2025.

De acordo com a Conab, se confirmada essa projeção, será estabelecido novo recorde, motivado pelo crescimento da área em produção e das condições climáticas mais favoráveis até o momento.

 

Cartilha une saberes de terreiros e prevenção do câncer em negras

O Instituto Nacional de Câncer (Inca) lançou a cartilha Saúde com Axé: mulheres negras e prevenção do câncer. O livro, disponível na internet, explica quais são os tipos de cânceres mais frequentes entre o gênero feminino negro e quais hábitos diários podem aumentar ou diminuir as chances de ter a doença. O material também explica como o racismo e o racismo religioso contra praticantes de religiões afro podem dificultar o acesso ao diagnóstico e ao tratamento.

Com imagens de mulheres e famílias negras em destaque e referências à mitologia iorubá, a cartilha do Inca, em forma de conversa, destaca, por exemplo, o poder da amamentação na prevenção do câncer de mama. O material também indica sinais de alerta para o câncer de intestino e explica sobre a transmissão do câncer de colo de útero, que ocorre pela via sexual.

As figuras das yabás, as orixás femininas, são apresentadas como referência para inspirar o autocuidado e uma vida plena. Assim, a cartilha incentiva também hábitos saudáveis, além de lembrar da necessidade de fazer os exames periódicos. A detecção precoce ainda é a principal forma de combater o câncer. No material, as mulheres encontram os principais exames para cada fase da vida.

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Elaborada para circular nos terreiros, a cartilha foi escrita por pesquisadoras do Inca como um dos resultados da pesquisa Promoção da Saúde e Prevenção do Câncer em Mulheres Negras, realizada entre 2023 e 2025, junto com mulheres das casas de candomblé Ilê Axé Obá Labí e do Ilê Axé Egbé Iyalodê Oxum Karê Adê Omi Arô. A primeira fica em Pedra de Guaratiba, na zona sudoeste do Rio de Janeiro e a segunda, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

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Na cartilha, é explicado ainda como o racismo pode aumentar o risco de adoecer, dificultar o acesso aos serviços e ao tratamento, por exemplo, por conta do mito de que mulheres negras aguentam mais a dor que as demais. 

Mas há outras formas de discriminação que afastam esse público dos serviços de saúde, explica Iyá Katiusca de Yemanjá, do terreiro Obá Labí, que participou da redação da cartilha.

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“Na clínica da família onde a gente é atendida, quando a gente pede pra ser nomeada pelo nosso nome [da religião], a gente escuta provocação: ‘de onde você tirou esse nome?”, reclama a Iyá. 

Em Pedra de Guaratiba, ela lidera um programa de saúde popular e de acesso a direitos, aberto a toda comunidade, no terreiro de candomblé.

“Os terreiros sempre promoveram a saúde”, lembra a sacerdote. “Temos os banhos [de ervas], as lavagens, os chás, o modo de viver, temos um cuidado especial com a saúde íntima da mulher”, explica Katiusca de Yemanjá. 

“A gente entende o corpo por inteiro. Principalmente, das mulheres negras de periferia que acabam se cuidando menos, por causa da sobrecarga [de trabalho], então, o que a gente faz é fortalecer esse corpo para buscar os serviços”, afirmou.

Coordenadora-geral da Rede Nacional de Religiões Afro-brasileiras e Saúde (Renafro), Mãe Nilce de Iansã chama a atenção também da discriminação contra a indumentária das pacientes nos atendimentos. 

“Tem muitos casos de hospitais querendo que as pessoas tirem seus fios de conta para examinar o pé, a mão, desnecessariamente. Nós não usamos os fios de conta como enfeite, mas como proteção”, explicou, acrescentando que “se eu vou fazer uma consulta que o fio de conta não atrapalha em nada, tenho que permanecer com ele”.

Para a Mãe Nilce, que se tratou de um câncer de pulmão no próprio Inca, no Rio de Janeiro, o racismo religioso é um determinante social na vida das mulheres negras, ou seja, uma condição que vai além da genética e tem a ver com o ambiente em que vivem.

Os saberes, rituais e práticas religiosas ancestrais podem funcionar como apoio, tanto na promoção da saúde, levando informações corretas, quanto no acolhimento daquelas mulheres diagnosticadas com a doença.

“Os terreiros são locais de acolhimento, cuidado e solidariedade, espaços de cultura e de religiosidade afro-brasileira”, afirmam as autoras da cartilha do Inca. “Aproximar esse universo dos saberes técnicos pode nos ajudar a prevenir doenças, como o câncer, e foi o diálogo proposto na cartilha”, completam.

Semed realiza 4º Seminário de Gestores da Reme – CGNotícias

A Secretaria Municipal de Educação (Semed) de Campo Grande realizou, na manhã de ontem, quarta-feira (4), o 4º Seminário de Gestores da Rede Municipal de Ensino (Reme), com o tema “Uma educação que transforma”. O evento aconteceu no Centro de Convenções Arquiteto Rubens Gil de Camillo e reuniu gestores das unidades escolares da rede com o objetivo de promover alinhamentos estratégicos para o ano letivo de 2026.

O seminário marcou a abertura oficial dos trabalhos pedagógicos do ano, proporcionando um espaço de diálogo, formação e integração entre os gestores escolares e a equipe técnica da Semed. A programação teve início com uma apresentação cultural do ilusionista Thiper, que trouxe uma mensagem inspiradora sobre criatividade, propósito e transformação, dando o tom do encontro.

Durante os pronunciamentos, o secretário municipal de Educação, professor Lucas Henrique Bitencourt, destacou a relevância do seminário como um momento fundamental de escuta, alinhamento e planejamento coletivo.

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“Este seminário é um espaço estratégico para alinharmos diretrizes, fortalecermos a gestão escolar e reafirmarmos nosso compromisso com uma educação pública de qualidade, que transforma realidades e prepara nossas unidades para os desafios do ano letivo de 2026. O gestor escolar é peça-chave nesse processo, e investir em formação e diálogo é essencial para avançarmos como rede”, afirmou.

A programação técnica contou com uma série de palestras voltadas à formação e ao aprimoramento da gestão educacional. O primeiro palestrante foi o Dr. Diógenes Augusto Ferracini Silveira Duarte, analista judiciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul e assessor técnico especializado da Coordenadoria da Infância e Juventude, que abordou temas relacionados à responsabilidade, gestão e atuação institucional.

Na sequência, a superintendente de Políticas Educacionais da Reme, professora Ana Cristina Cantero Dorsa Lima, apresentou diretrizes e orientações estratégicas para o fortalecimento das políticas educacionais da rede. A superintendente de Gestão e Normas da Semed, professora Clarice de Oliveira Cassol Miranda, deu continuidade à programação, trazendo esclarecimentos importantes sobre organização, normas e processos administrativos.

O evento contou com a fala da representante do Sans Club Campo Grande, Cinara, reforçando a importância do trabalho conjunto em prol da educação. O seminário consolida-se como um momento essencial de preparação, integração e fortalecimento da gestão escolar da Reme para o ano letivo de 2026.

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Encerrando o ciclo de palestras, o secretário municipal de Educação, professor Lucas Henrique Bitencourt, ministrou uma apresentação com foco na formação continuada de gestores educacionais e sua implicação no planejamento de uma gestão estratégica e criativa, reforçando o papel da liderança escolar na construção de uma educação transformadora.

#ParaTodosVerem

A foto de capa mostra os gestores da escola durante o evento

inscrições para o 1º semestre terminam nesta sexta-feira

Os estudantes que desejam concorrer a um financiamento das mensalidades do curso superior em uma faculdade privada podem se inscrever no Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) do primeiro semestre de 2026, até às 23 horas e 59 minutos desta sexta-feira (6), horário de Brasília.

O programa do Ministério da Educação (MEC) oferece financiamento para estudantes cursarem a educação superior em instituições privadas que aderiram ao programa e possuem avaliação positiva no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes).

Inscrição

A inscrição gratuita deve ser feita exclusivamente pelo Portal Único de Acesso ao Ensino Superior com login na plataforma Gov.br. É preciso também informar um e-mail pessoal válido.

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O candidato poderá se inscrever em até três opções de curso e alterar suas escolhas até o fim do prazo de inscrição. O MEC esclarece que a pré-seleção será para apenas uma das opções de curso, turno, local de oferta e instituição de educação superior.

Ao fazer sua inscrição no processo seletivo do Fies do primeiro semestre de 2026, o candidato deverá obrigatoriamente informar seu perfil (etnia/cor, se é ou não quilombola, se é ou não pessoa com deficiência, se concluiu ou não o ensino superior).

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Vagas

O Ministério da Educação (MEC) ofertará mais de 112.168 vagas para financiamento em 2026, sendo 67.301 vagas para o primeiro semestre, em 1.421 universidades, faculdades e centros universitários, para 19.834 cursos.

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As vagas que eventualmente não forem ocupadas nesta edição serão ofertadas no segundo semestre.

Quem pode se inscrever

Os candidatos que participaram do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir da edição de 2010, poderão se inscrever no Fies, desde que tenham obtido média aritmética das notas nas cinco provas igual ou superior a 450 pontos e não tenham zerado a prova de redação.

Também é necessário possuir renda bruta familiar mensal por pessoa de até três salários mínimos (R$ 4.863, em 2026).

No caso das vagas destinadas às pessoas com deficiência (PCD), os candidatos deverão comprovar a sua situação por meio de laudo médico, com o código correspondente da Classificação Internacional de Doenças (CID).  

Classificação

A classificação no processo seletivo do Fies será realizada de acordo com a ordem decrescente das notas obtidas pelos candidatos no Enem, por tipo de vaga, grupo de preferência e modalidade de concorrência. Ainda serão priorizados os candidatos que:

  • não concluíram o ensino superior e não foram beneficiados pelo financiamento estudantil;
  • não concluíram o ensino superior, foram beneficiados pelo financiamento estudantil e o tenham quitado;
  • concluíram o ensino superior e não foram beneficiados pelo financiamento estudantil;
  • concluíram o ensino superior, foram beneficiados pelo financiamento estudantil e o tenham quitado.  

Fies Social

O processo seletivo do Fies inclui a reserva de 50% das vagas para estudantes com renda familiar por pessoa de até meio salário mínimo (R$ 810,50, em 2026) e com inscrição ativa no Cadastro Único de Programas Sociais do governo federal (CadÚnico).

Os pré-selecionados que cumprirem as regras do Fies Social poderão solicitar a contratação do financiamento integral, com cobertura de até 100% dos encargos educacionais.

Caso a Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento (CPSA) da instituição privada de ensino superior identifique divergência na renda familiar declarada, poderá ser exigida a apresentação de documentação complementar para comprovação. 

Resultado

Conforme o edital do Fies, o resultado da pré-seleção na chamada única será divulgado em 19 de fevereiro.

Os estudantes pré-selecionados deverão acessar o Fies Seleção para complementar sua inscrição entre os dias 20 e 24 de fevereiro.

Lista de espera

Os estudantes que não forem pré-selecionados na chamada única estarão automaticamente na lista de espera para preenchimento das vagas não ocupadas, observada a ordem de classificação.

A pré-seleção na lista de espera ocorrerá de 26 de fevereiro a 10 de abril.

Segurança, moradia, saúde são maiores demandas de moradores de favelas

As favelas brasileiras reúnem uma população majoritariamente jovem, negra, trabalhadora e com projetos concretos de futuro. Por outro lado, vivem com desafios estruturais persistentes em áreas que vão da educação à segurança. Essa é a realidade apresentada na pesquisa Sonhos da Favela, feita pelo Data Favela nas cinco regiões do Brasil, com ênfase no Rio de Janeiro e em São Paulo.

O estudo se baseia em 4.471 entrevistas realizadas com maiores de 18 anos, todos moradores de favela, entre os dias 11 e 16 de dezembro de 2025. O objetivo principal dos organizadores é convidar população e o poder público a conhecer e a enfrentar as negligências que impactam a vida nas favelas.

Dignidade e bem-estar básico estão entre as principais aspirações. Ao projetarem o futuro da família para 2026, o desejo por uma casa melhor lidera os planos (31%), seguido pela busca por uma saúde de qualidade (22%), entrada dos filhos na universidade (12%) e segurança alimentar (10%).

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“O Data Favela acredita que mapear pensamentos, experiências e vivências de moradores de favela é, antes de tudo, um ato de reconhecimento e reparação. Favela não é só ‘problema’ ou ‘estatística’. É também espaço onde existe inteligência coletiva, cultura, empreendedorismo, inovação, verdadeiras estratégias para prosperar”, analisa a copresidente do Data Favela Cléo Santana.

“Ouvir quem vive a favela todos os dias muda o centro da narrativa: não se trata apenas de ‘falar sobre’, mas de construir dados com as pessoas, a partir do que elas consideram urgente, possível e necessário. Isso tem impacto direto na forma como políticas públicas são desenhadas, como empresas se relacionam com esses públicos e como a imprensa retrata as periferias”, complementa.

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Complexo da Penha, na zona norte da cidade do Rio de Janeiro – Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Perfil sociodemográfico

A maior parte dos entrevistados é formada por adultos entre 30 e 49 anos (58%). Jovens de 18 a 29 anos somam 25%, enquanto pessoas com mais de 50 anos correspondem a 17%. Cerca de 60% são mulheres e 75% de todos os entrevistados se identificam como heterossexuais.

Oito em cada dez se identificam como negros (49% se declaram pardos, 33% se declaram pretos). Brancos são 15%.

Sobre graus de escolaridade, 8% têm ensino fundamental completo; 35%, ensino médio completo; 11%, ensino superior completo; e 5%, pós-graduação.

Cerca de 60% ganham até um salário mínimo mensalmente. Na sequência, 27% recebem de R$ 1.521 a R$ 3.040, enquanto 15% do total reúne faixas acima de R$ 3.040.

Três em cada dez afirmaram ter um trabalho com a carteira assinada (ocupados), 34% estão informais (entre aqueles que não possuem a carteira assinada e os que fazem bicos), 17% estão desempregados (desocupados) e 8% estão fora da força de trabalho (entre aposentados e estudantes).

No geral, 56% dos entrevistados afirmam não receber nenhum tipo de benefício do governo, como auxílio gás, aposentadoria ou pensão do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), tarifa social de energia elétrica, seguro-desemprego. Entre os que recebem algum benefício, o mais citado é Bolsa Família/Auxílio Brasil (29%).

Infraestrutura territorial

Em relação à infraestrutura territorial, os moradores foram questionados sobre as principais mudanças que desejariam nos seus territórios em 2026. As respostas mais frequentes foram: saneamento básico (26%), educação (22%), saúde (20%), transporte (13%) e meio ambiente (7%).

Sobre as opções que possuem nas comunidades ligadas à esporte, lazer e cultura, 35% afirmaram ser ruim ou muito ruim, e 32% afirmaram ser regular.

 

Falta de saneamento básico no Complexo da Maré – Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Desafios de raça e gênero

Cerca de 50% dos entrevistadores afirmam que a cor da pele impacta nas oportunidades de trabalho, enquanto 43% dizem que a cor da pele não impacta.

Sete em cada dez afirmam que a violência doméstica/feminicídio é o principal desafio que as mulheres enfrentam dentro da favela, seguido da dificuldade com emprego e renda (43%) e apoio no cuidado com os filhos (37%).

Quando perguntados sobre qual política pública consideram mais urgente para as mulheres, as respostas mais frequentes foram: programas de inserção no mercado de trabalho (62%), campanhas de educação contra o machismo (44%), delegacias e serviços com atendimento 24h (43%) e o cuidado com a saúde da mulher (39%).

 

Favela de Paraisópolis, na capital paulista – Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Segurança pública

Os moradores das favelas também foram perguntados sobre quais instituições confiam que irão protegê-los contra a violência. As respostas incluem Polícia Militar (27%), Polícia Civil (11%) e facção da minha favela (7%). A opção com mais votos, no entanto, foi “nenhuma delas” (36%).

Quando perguntados sobre a presença da polícia dentro da favela, o silêncio é significativo, segundo os pesquisadores: 24% optaram por não responder, enquanto outros 25% afirmam que a presença não altera a sensação de segurança. Uma parcela de 13% sente medo e insegurança com a presença policial. Por outro lado, 22% se sentem mais seguros com o policiamento no território.

“Um dado simbólico da pesquisa é o que revela que o maior desejo é poder ir e vir com tranquilidade [47%], mostrando dessa forma que o futuro ainda é pensado a partir da sobrevivência e do medo. Pesquisas como essa funcionam como um megafone para ampliar a voz que a favela já tem”, explica a copresidente do Data Favela Cléo Santana.

Estado de São Paulo confirma 12ª morte por intoxicação por metanol

O governo do estado de São Paulo confirmou na noite desta quarta-feira (4) que um homem de 26 anos, de Mauá, região metropolitana da capital, morreu vítima de intoxicação por bebida alcoólica contaminada com metanol. Trata-se da 12ª morte por esta mesma causa no estado.

Segundo o boletim da Secretaria de Saúde, o estado registra 52 casos confirmados de intoxicação por metanol.

Os óbitos no estado estão distribuídos assim:

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  • São Paulo: 4 homens de 26, 45, 48 e 54 anos;
  • São Bernardo do Campo: 1 mulher de 30 anos e 1 homem de 62 anos;
  • Osasco: 2 homens de 23 e 25 anos e uma mulher de 27anos;
  • Jundiaí: 1 homem de 37 anos;
  • Sorocaba: 1 homem de 26 anos; e
  • Mauá: 1 homem de 26 anos.

O governo estadual ainda investiga quatro óbitos, sendo 1 em Guariba (vítima de 39 anos), 1 em São José dos Campos (de 31 anos) e dois em Cajamar, de 29 e 38 anos.

>> Clique aqui e acompanhe a cobertura da Agência Brasil sobre as intoxicações por metanol no país. 

No ano passado, houve em São Paulo, sua região metropolitana e cidades em outros estados a comercialização de bebidas alcoólicas de origem clandestina ou sem procedência confiável. Muitos desses produtos continham metanol, substância tóxica e que podem causar a morte.

Diante da gravidade, o Ministério da Saúde criou uma sala de situação para acompanhar o problema. Foram feitas várias operações policiais para apreensão de bebidas adulteradas e também para capturar os criminosos responsáveis pela adulteração.

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Agora, com esta nova morte em São Paulo, o país já tem 17 óbitos provocados por consumo de bebida alcoólica contaminada por metanol. 

São Paulo é o estado mais atingido pelo problema.

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Rio ganha mais um espaço de desfile na área central da cidade

O carnaval de rua do Rio ganha mais um local de desfile no centro da cidade com a criação do Circuito Bira Presidente,  na Avenida Chile, entre sábado (14) e terça-feira (17) deste mês. Batizado em homenagem ao fundador do bloco Cacique de Ramos, o Circuito Bira Presidente destaca a diversidade do carnaval de rua, reunindo blocos tradicionais, coletivos culturais, manifestações afro-brasileiras e grupos que representam diferentes territórios da cidade.

“Batizar a Avenida Chile como Circuito Bira Presidente é uma forma de reconhecer a importância dos blocos e da cultura popular na construção do Carnaval carioca. A programação reúne tradições, ancestralidade e diferentes expressões culturais que mantêm viva a identidade do Rio”, disse o presidente da Riotur, Bernardo Fellows.

A homenagem a Bira Presidente, foi oficializada por meio de um decreto da prefeitura do Rio, escolhendo a Avenida Chile por ser o percurso tradicionalmente feito pelo Cacique de Ramos. 

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Amazônia negra será protagonista no desfile da Mangueira em 2026

Ao ocupar a Avenida Chile com uma programação intensa e diversa, a iniciativa reforça a vitalidade da cultura carnavalesca e evidencia o papel da cidade como um dos principais polos de festas populares do mundo, onde tradição e inovação caminham lado a lado.

A concentração será na Avenida Almirante Barroso com a Rua México

Sábado (14)

Federação Blocos Grupo 2

Vigitel: 92% das brasileiras entre 50 e 69 anos fizeram mamografia

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20h Quilombo Baixada

20:50 Resistentes Lapa

21:40 Moc. Manguariba

22:30 Raízes da Tijuca

23:20 Amigos do Tinguá

00:10 Mocidade Mineira

1h Do China

1:50h Diamante

2:40h Indep. Nova América

Domingo (15)

Liberj – Blocos de Embalo

16h Engata no Centro

16:30 Pagodão Beco de Pilares

17h Unidos de Benfica

17:30 Pagodão de Madureira

18h Vai Quem Quer Catumbi

18:30 Turma do Gato

19h Bohêmios de Irajá

19:30 Acadêmicos da Botija

21h Cacique de Ramos

Segunda (16)

Liberj – Blocos de Embalo

16h Vinil Social

16:30 Gigante dos Mares

17h Ninho Cobras do Arsenal

17:30 Xodó da Piedade

18h Cervejeiros

18:30 Bohêmios São Cristóvão

19h Banda da Folia

19:30 Confraria da Bebidinha

21h Cacique de Ramos

Terça (17)

Liberj – Blocos de Embalo

15h Alegria de Quintino

15:20 Imperadores do Samba

15:40 Chorou Cuíca

16h Foliões do Rio

Blocos Afro

16h30 Afoxé Filhas de Gandhi

– Afoxé Filhos da Paz

– Afoxé Raízes Africanas

– Afro Zimbawê

– Afro Tafaraogi

– Afro Lemi Aiyó

– Afro Olodumaré

20h Afro Orunmila

21h Cacique de Ramos

Amazônia negra será protagonista no desfile da Mangueira em 2026

“Chamei o povo daqui, juntei o povo de lá / Na Estação Primeira do Amapá”.

Esses versos do samba da Mangueira para 2026 já indicam a união das culturas do Norte e do Sudeste do Brasil no carnaval que a escola propõe neste ano. A Verde e Rosa vai desfilar com o enredo Mestre Sacaca do Encanto Tucuju ─ O Guardião da Amazônia Negra.

Quando conheceu a figura de Mestre Sacaca, o carnavalesco, Sidnei França, não sabia quem era ele, mas, com a curiosidade despertada, viu que o seu personagem, já falecido, tinha vivido no Amapá. “Foi um curandeiro, uma pessoa importante para a sociabilidade do povo amapaense e especialmente o povo preto e pobre”, descreveu em entrevista à Agência Brasil.

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>> Enredos das escolas de samba contam a história não oficial

>> Conheça os enredos das escolas do Grupo Especial do Rio em 2026

>> Acompanhe a cobertura do carnaval na Agência Brasil

Ampliando as pesquisas, ele descobriu a ideia muito contemporânea do conceito de uma amazônia negra, o que chamou atenção dele e dos pesquisadores da Mangueira.

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“Achamos esse conceito de que o estado do Amapá tem uma autodeclaração negra muito forte. Dois terços do estado do Amapá, no último Censo, se declarou negra. Eles têm um conceito de uma amazônia negra, de negritude amazônica, que achei muito forte”, comentou, acrescentando que isso os levou a pensar a amazônia em um outro sentido, diferente “do pensamento colonizado brasileiro da amazônia essencialmente como floresta e enquanto ocupação indígena”.

“É uma outra camada de fôlego para o enredo da Mangueira. Olhar para um local, uma região, para um povo que até se acostumou a ser invisibilizado no contexto nacional”, pontuou.

 

Sidnei França, carnavalesco da escola de samba Mangueira. Foto: JM Arruda/Mangueira

Herança afro-indígena

Na visão do carnavalesco, a escola vai homenagear um homem que dedicou a sua vida a entender o seu povo e o país.

“Ele mergulhou nos rios, se embrenhou nas matas, aprendeu com os negros e os indígenas, por isso o enredo é afro-indígena. O mestre Sacaca carrega essa herança afro-indígena muito ligada à ideia de cura, proteção através de garrafadas, chás, unguentos e infusões”, completou, citando que Mestre Sacaca deixou três livros publicados sobre a cura por meio das ervas.

Sidnei França exalta que o homenageado foi um homem que fez diferença, especialmente, entre o povo de menor condição financeira e que sempre viu a natureza, a floresta amazônica como meio de integração entre o homem e o natural.

“O próprio título do enredo da Mangueira chama ele de guardião da cultura negra”, disse, lembrando que Mestre Sacaca interagiu com tambores de escolas de samba, foi rei momo e tocava tambor de marabaixo ─ manifestação cultural do Amapá.

Encantos tucujus

Para desenvolver o enredo, Sidnei França foi até o Amapá com a equipe de pesquisadores. Uma das descobertas foi a forma de o povo amapaense se autodeclarar afetivamente como tucuju.

“Assim como tem paulista, carioca, potiguar, capixaba, quem nasce derivado do Amapá é tucuju”, contou.

“Cada momento do desfile da Mangueira mostra o Mestre Sacaca encantado pela própria natureza e pela própria identidade tucuju. Ele vai nos apresentando cada momento dessa saga que ele próprio nos deixou”, indicou.

O enredo foi dividido em cinco setores, e cada um fala de um tipo de encanto tucuju para apresentar o envolvimento de Mestre Sacaca com a cultura afro-indígena. O primeiro é o encanto da floresta na região do Oiapoque, mostrando o extremo norte do Brasil.

 Alegorias da Mangueira no barracão. Foto: JM Arruda/Mangueira

O segundo momento vai trazer o encanto dos rios, quando o Mestre Sacaca mostra as experiências dele ao perambular muito pelos rios amazônicos, onde conheceu as populações ribeirinhas convivendo com tribos indígenas e com quilombos.

“No Amapá, tem muitos quilombos como herança da escravização no Brasil. A grande estrada amazônica é o rio, a principal rota de fluxo de pessoas e mercadorias na Amazônia são os rios, então, o segundo encanto tucuju que Sacaca nos apresenta são os rios”, informou o carnavalesco.

Na sequência é o setor do encanto da cura, com as ervas, os chás e as garrafadas de cura. “Toda a tradição de Sacaca com as ervas para fins medicinais”, apontou.

O quarto é o encanto dos tambores, mostrando a ligação do Mestre com a cultura amapaense. Neste setor estão a dança afro-indígena sairé, o marabaixo, principal manifestação negra do Amapá, as escolas de samba que também existem no estado e a participação dele, por mais de 20 anos, como Rei Momo.

O último setor é o encanto da natureza eterna, a eternidade, quando Mestre Sacaca se eterniza por amar a Amazônia, e a Amazônia se reconhece eterna por revelar a identidade do Sacaca em cada elemento do Amapá, conta Sidnei. Em uma espécie de simbiose, o enredo propõe não haver distinção entre Sacaca e o Amapá.

Voz da Mangueira

Essa autenticidade do enredo está presente também entre os componentes que desempenham funções relevantes na escola. A administração da presidente Guanayra Firmino valoriza a presença dos crias, pessoas que têm origem na comunidade. Uma delas é o intérprete Dowglas Diniz, que este ano assume o lugar que durante anos foi de Jamelão, uma das maiores referências entre os cantores de samba enredo.

Estar pela primeira vez à frente da voz da escola, para Dowglas, é uma sensação de representar milhões de pessoas apaixonadas pela Estação Primeira e a comunidade do Morro da Mangueira, onde nasceu e cresceu.

“Ser a voz da minha escola do coração, para mim, é muito importante. Honrar esse microfone que já foi de Jamelão, Luizito, entre outros, é muito gratificante, poder retribuir tudo que a comunidade faz por mim”, disse à Agência Brasil.

Se a responsabilidade aumentou ao ser o intérprete principal, junto chegou a necessidade de uma preparação ainda mais intensa. São muitos ensaios e trabalho, com uma equipe de fonoaudiólogos, professor de canto e psicólogo.

“Nossa preparação é no ensaio semanal de quinta-feira, de sábado, de domingo. É muita nebulização, comida saudável, muita maçã. A minha preparação está sendo muito rígida e, graças a Deus, tenho uma equipe muito boa de diretores musicais. Acredito que vai dar tudo certo”, desejou.

Esquenta

O ritual que precede o início do desfile é um momento que costuma ser emocionante para os componentes da escola e para o público da Sapucaí.

É a hora em que as agremiações recebem as vibrações das pessoas, em geral torcidas, que lotam o Setor 1 do Sambódromo, um dos mais populares da avenida, com preços que, em 2026, variam entre R$ 15,00 (inteira) e R$ 7,50 (meia-entrada).

Costuma-se dizer que os primeiros componentes a entrar na avenida precisam saudar o Setor 1 para receberem boas energias ao desfile. É ali também que são cantados sambas de carnavais passados que foram sucesso e os sambas de quadra, o famoso esquenta.

Dowglas prevê que, neste momento, vai dar aquele friozinho na barriga, mas, quando a bateria começar a tocar e soar a sirene para o início do desfile, a situação vai se transformar.

“A gente esquece tudo e só canta pelo amor à nossa vida, que, no caso, é a Estação Primeira de Mangueira. É um sentimento muito mágico e único. Espero que seja um carnaval maravilhoso para a gente”, declarou.

Conheça os enredos e a ordem dos desfiles do Grupo Especial do Rio de Janeiro

1º dia – domingo (15/2)

  • Acadêmicos de Niterói – Do Alto do Mulungu Surge a Esperança: Lula, o Operário do Brasil;
  • Imperatriz Leopoldinense – Camaleônico;
  • Portela – O Mistério do Príncipe do Bará;
  • Estação Primeira de Mangueira – Mestre Sacacá do Encanto Tucuju – o Guardião da Amazônia Negra

2º dia – segunda-feira (16/2)

  • Mocidade Independente de Padre Miguel – Rita Lee, a Padroeira da Liberdade;
  • Beija‑Flor de Nilópolis – Bembé do Mercado;
  • Unidos do Viradouro – Pra Cima, Ciça;
  • Unidos da Tijuca – Carolina Maria de Jesus.

3º dia – terça-feira (17/2)

  • Paraíso do Tuiuti  – Lonã Ifá Lukumi;
  • Unidos de Vila Isabel – Macumbembê, Samborembá: Sonhei que um Sambista Sonhou a África;
  • Acadêmicos do Grande Rio – A Nação do Mangue;
  • Acadêmicos do Salgueiro – A delirante jornada carnavalesca da professora que não tinha medo de bruxa, de bacalhau e nem do pirata da perna-de-pau.

92% das brasileiras entre 50 e 69 anos fizeram mamografia

A pesquisa do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) do Ministério da Saúde divulgado em 28 de janeiro mostrou que a frequência de mulheres entre 50 e 69 anos de idade que fizeram exame de mamografia em algum momento de suas vidas aumentou no período entre 2007 e 2024, variando de 82,8% para 91,9%.

Segundo o levantamento, foram observados aumentos em todas as faixas de idade e níveis de instrução. Em relação às faixas de idade, o maior aumento foi visto nas mulheres com idade entre 60 e 69 anos, variando de 81%, em 2007, a 93,1% em 2024. Quanto ao nível de instrução, o maior aumento foi averiguado entre mulheres sem instrução e fundamental incompleto, variando de 79,1%, em 2007, a 88,6% em 2024.

Também foi observado que a frequência de mulheres entre 50 e 69 anos de idade que fizeram mamografia nos últimos dois anos aumentou na faixa de 60 a 69 anos, variando de 67,2%, em 2007, a 74,2% em 2024.

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Rotas de integração no continente podem reduzir custos comerciais

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse que um quarto dos casos de câncer de mama detectados ocorrem na faixa etária de 40 a 49 anos. Ele  reforça a importância da expansão da mamografia para esse público com um esforço do Sistema Único de Saúde (SUS) para o diagnóstico precoce. 

Nesta quinta-feira (5), é celebrado o Dia da Mamografia.

Em setembro de 2025, o ministério expandiu a mamografia para mulheres de 40 a 49 anos de idade, mesmo que não apresentem sinais ou sintomas de câncer. Segundo a pasta, mulheres nessa faixa de idade tinham dificuldade com o exame na rede pública de saúde em função da avaliação de histórico familiar ou necessidade de já apresentar sintomas. Mesmo assim, as mamografias no SUS em pacientes com menos de 50 anos representam 30% do total, equivalente a mais de 1 milhão em 2024.

“Outra medida é a ampliação da faixa etária para rastreamento ativo, quando a mamografia deve ser solicitada de forma preventiva a cada dois anos. A idade limite, que até então era de 69 anos, passará a ser de até 74 anos. Quase 60% dos casos da doença estão concentrados dos 50 aos 74 anos e o envelhecimento é um fator de risco”, explicou o ministério.

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O câncer de mama é o mais comum e o que mais mata mulheres, com 37 mil casos por ano.

A publicação Estimativa 2026-2028: Incidência de Câncer no Brasil, do Instituto Nacional de Câncer (Inca), divulgada nesta quarta-feira (4), no Rio de Janeiro, no Dia Mundial do Câncer, mostrou que o número estimado de casos novos de câncer de mama no Brasil por ano entre 2026 e 2028 é de 78.610.

De acordo com o presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia Regional Rio de Janeiro, Bruno Giordano, milhares de mulheres ainda chegam aos serviços de saúde em fases avançadas da doença, o que compromete o sucesso do tratamento e aumenta o risco de mortalidade.

Para o médico, esse quadro está diretamente ligado à baixa cobertura da mamografia em parte da população, às dificuldades de acesso à rede de atendimento e ao tempo prolongado entre o exame, a confirmação diagnóstica e o início da terapia, fatores que seguem como entraves históricos no sistema de saúde.

“A mamografia é o principal exame para detectar o câncer de mama em fases iniciais, muitas vezes antes mesmo do surgimento de qualquer sintoma. Quando conseguimos diagnosticar precocemente, ampliamos de forma significativa as chances de tratamento eficaz e reduzimos a mortalidade”, explica o mastologista.

Estilo de vida

Giordano lembra ainda que, além do exame periódico da mamografia, o combate à doença passa também pela adoção de hábitos saudáveis e pela educação em saúde. A prática regular de atividade física, a manutenção do peso adequado, a alimentação equilibrada e a redução do consumo de álcool são medidas associadas à diminuição do risco de desenvolvimento da doença.

Para o médico, essas ações precisam caminhar junto com políticas públicas que ampliem o acesso à informação e aos serviços de diagnóstico. Ele destaca que, para as mulheres diagnosticadas, é muito importante que lhes seja dado o acesso ao tratamento imediatamente, respeitando a lei dos 60 dias, que garante a todo paciente com neoplasia maligna (câncer) o direito de iniciar o primeiro tratamento (cirurgia, quimioterapia, hormonioterapia ou radioterapia) no SUS em até 60 dias após o diagnóstico.

O presidente da SBM-RJ ressalta que cada exame realizado representa uma oportunidade concreta de salvar vidas. “Não podemos esquecer que, se diagnosticado precocemente, as chances de cura podem chegar a 95%. Nosso compromisso é ampliar o acesso, reduzir desigualdades e fazer com que a mamografia seja parte da rotina de cuidado das mulheres. Essa é uma responsabilidade coletiva, que envolve gestores, profissionais de saúde e toda a sociedade”.

Sistemas do Detran são normalizados em todas as agências de Mato Grosso do Sul – Agência de Noticias do Governo de Mato Grosso do Sul

O Detran-MS (Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso do Sul) informa que seus sistemas foram normalizados e o atendimento será restabelecido em todas as agências do Estado nesta quinta-feira (5).

Os cidadãos que tinham agendamento para quarta-feira (4) em Campo Grande e não conseguiram ser atendidos em razão da indisponibilidade temporária dos sistemas, poderão procurar a agência ao longo do decorrer da semana, sem necessidade de novo agendamento.

Não haverá cobrança de multa de recibo e, nos casos em que a vistoria esteja vencida, ela será revalidada. O Detran-MS reforça que nenhum cidadão terá qualquer tipo de prejuízo.

Mutirão de Limpeza: Prefeitura divulga cronograma até abril – Prefeitura Municipal de Bonito

SAS garante economia e agilidade na entrega de alimentos com apoio da tecnologia – CGNotícias

O órgão informa ainda que os canais digitais, como a atendente virtual Glória, via WhatsApp pelo número (67) 3368-0500, o Portal de Serviços e o aplicativo Meu Detran MS, também voltaram a funcionar, podendo apresentar, pontualmente, pequenas instabilidades durante o processo de reinicialização.

Para evitar novos episódios, a Diretoria de Tecnologia do Detran-MS já está implementando uma solução permanente, com o objetivo de impedir a recorrência dessa mesma falha no equipamento.

O Detran-MS agradece a compreensão de todos e reafirma seu compromisso com a transparência e com a prestação de um atendimento cada vez mais acessível à população.

Mireli Obando, Comunicação Detran
Foto: Mireli Obando/Arquivo

COP15 em MS vai atrair milhares de especialistas de mais de 100 países em março – Agência de Noticias do Governo de Mato Grosso do Sul

AUTORIZAÇÃO DA INEXIGIBILIDADE Nº. 02/2026 – Prefeitura Municipal de Bonito

STJ abre sindicância contra ministro acusado de importunação sexual

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) abriu nesta terça-feira (4) uma sindicância interna para apurar a acusação de importunação sexual que teria sido praticada pelo ministro Marco Aurélio Buzzi. O ministro nega a acusação, feita por uma jovem de 18 anos.

A medida foi tomada, por unanimidade, pelo plenário do STJ. Os ministros Raul Araújo, Isabel Gallotti e Antonio Carlos Ferreira foram escolhidos como membros da comissão que irá analisar a acusação. 

Ministro Marco Buzzi – Foto: Arquivo/Sérgio Amaral/STJ

A jovem, que é filha de um casal de amigos do ministro, acusa Buzzi de tentar agarrá-la durante um banho de mar. O episódio teria ocorrido no mês passado, quando o ministro, a jovem e seus pais passaram férias em Balneário Camboriú, litoral de Santa Catarina.

A jovem registrou um boletim de ocorrência.

O caso também está em tramitação no Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que apura as consequências administrativas da denúncia. A parte criminal é conduzida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Nunes Marques. Por ser ministro do STJ, Buzzi tem foro privilegiado no Supremo. 

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Em nota divulgada à imprensa, o ministro disse que foi surpreendido com a divulgação da denúncia. “O ministro Marco Buzzi informa que foi surpreendido com o teor das insinuações divulgadas por um site, as quais não correspondem aos fatos. Repudia, nesse sentido, toda e qualquer ilação de que tenha cometido ato impróprio”, afirmou. 

O advogado Daniel Bialski, representante da jovem, disse que espera rigor na investigação do caso

“Como advogado da vítima e de sua família, informamos que neste momento o mais importante é preservá-los, diante do gravíssimo ato praticado. Aguardamos rigor nas apurações e o respectivo desfecho perante os órgãos competentes”, disse. 

Rotas de integração no continente podem reduzir custos comerciais

O governo federal oficializou, nesta semana, a criação do Programa Rotas de Integração Sul-Americana. Um dos objetivos finais da medida é reduzir o tempo e o custo do transporte de mercadorias entre o Brasil e os vizinhos, e também com a Ásia. 

Para atender a esse objetivo, a proposta é viabilizar ações para integrar infraestruturas física, digital, social, ambiental e cultural entre os países da América do Sul. A portaria de criação, assinada pela ministra Simone Tebet, e publicada no Diário Oficial da União de terça-feira (3), oficializa cinco rotas de integração.

Segundo o que prevê o programa, a ideia inclui a elaboração de estudos técnicos e pesquisas aplicadas a diferentes áreas, como a multimodalidade de transportes, a conectividade e a integração energética e digital, a unidade geoeconômica, a bioceanidade  e perspectivas fronteiriças e não fronteiriças no território nacional.

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Cinco rotas

As redes de infraestrutura focam em cinco rotas estratégicas desenhadas após consulta aos 11 Estados brasileiros que fazem fronteira com os países da América do Sul. 

As rotas foram divididas da seguinte forma:

  • Ilha das Guianas – áreas do Norte brasileiro com Guiana Francesa, Suriname, a Guiana e Venezuela 
  • Amazônica – norte com Colômbia, Equador e Peru 
  • Quadrante Rondon – Norte e Centro-Oeste no Brasil com Peru, Bolívia e Chile
  • Bioceânica de Capricórnio – Centro-Oeste, Sudeste e Sul com Paraguai, Argentina e Chile e
  • Bioceânica do Sul – Sul do Brasil com Uruguai, Argentina e Chile

Segundo o governo, o projeto das cinco rotas surgiu depois de reunião de líderes da América do Sul, em 2023, que decidiu por uma agenda de integração regional.

Entre os argumentos do governo, está o fato que o Brasil privilegiou, ao longo do tempo, o comércio com países da Europa e os Estados Unidos via Atlântico. A formulação leva em conta que, nas últimas décadas, ocorreu um deslocamento da produção rumo aos estados do Centro-Oeste e do Norte e um incremento maior do comércio com os países asiáticos.

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Olimpíada Brasileira de Matemática está com inscrições abertas

Unidades de ensino de todo o país podem inscrever, a partir desta quarta-feira (4), alunos do 6º ano do ensino fundamental ao 3º do ensino médio na 21ª edição da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep). 

As inscrições são feitas exclusivamente pelas escolas na página da Obmep, até 16 de março. Podem participar instituições públicas municipais, estaduais e federais, bem como privadas.

Bolsas

A iniciativa do Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa) tem recursos do Ministério da Educação (MEC) e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). A edição deste ano vai distribuir 8.450 medalhas nacionais, sendo 650 de ouro, 1.950 de prata e 5.850 de bronze, além de 51 mil certificados de menção honrosa.

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Segundo os organizadores, a competição reúne anualmente mais de 18,5 milhões de estudantes de todas as regiões do Brasil.

Os estudantes premiados nacionalmente são convidados a participar do Programa de Iniciação Científica Jr. (PIC), que incentiva o desenvolvimento acadêmico e oferece uma bolsa de R$ 300, por meio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), aos alunos de escolas públicas participantes do programa.

Além da premiação nacional, a Obmep também reconhece os estudantes com melhor desempenho em cada estado. Serão distribuídas pelo menos 20,5 mil medalhas estaduais – mas que não dão acesso ao PIC.

Provas

A olimpíada ocorre em duas fases. A primeira é composta por uma prova objetiva com 20 questões, aplicada pela própria escola em 9 de junho. Os estudantes mais bem colocados serão classificados para segunda etapa, que acontece em 17 de outubro.

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Nessa fase, é aplicada nos centros definidos pela organização da olimpíada. A prova é composta por seis questões discursivas, elaboradas de acordo com o grau de escolaridade dos alunos.

Os alunos são distribuídos em três níveis: o primeiro compreende alunos do 6º e 7º anos do fundamental, o segundo é para quem estuda no 8º e 9º ano, o nível 3, para o ensino médio. 

A divulgação dos aprovados para a segunda fase será feita em 3 de agosto, e a divulgação dos premiados nacionais, em 15 de dezembro.

Em noite do trio Maciel, Sloan e Djalo, Pinheiros derrota Osasco pelo NBB





 

 

Azul e Preto retoma liderança do returno por pontos ganhos

 

 

Após conquistar o vice da Copa Super 8, o Esporte Clube Pinheiros retornou seu foco para o returno da Liga Nacional de Basquete. Na noite desta quarta-feira (4), jogando no ginásio Geodésio, em Osasco, em partida válida pela 16ª rodada, o Azul e Preto venceu o time local por 96 a 73 (53 a 33). Foi uma grande atuação da equipe, com destaques para Matheus Maciel, Djalo e David Sloan.

Matheus Maciel, com duplo duplo – 15 pontos, 10 rebotes e 22 de eficiência – grande nome do Pinheiros em Osasco. Foto – Bruno Ulivieri/Basket Osasco

 

Com essa vitória, o Pinheiros iguala a campanha do Flamengo na primeira colocação, com 20 vitórias e quatro derrotas. O time carioca fica na liderança porque tem uma derrota a menos. Por pontos ganhos, o líder é o Azul e Preto que tem 44 pontos, contra 43 do time do Rio. O próximo jogo do vice-campeão do Super 8 é contra o Caxias, em Caxias do Sul no próximo dia 11.

 

O pivô Matheus Maciel,  com um duplo-duplo – 15 pontos e 10 rebotes -, com 22 de eficiência, foi o destaque do jogo, seguido por David Sloan, também com duplo-duplo, 15 pontos e 10 assistências e Yan Djalo, com 17 pontos e cinco rebotes.

Também jogaram e marcaram: Gregate (10 pts, 6 asists e 2 rebts), Pacheco (7 pts, 2 rebts e 2 asists), Nascimento (2 pts e 1 asist), CJ Penha (7 pts e 5 rebts), Bryan (2 pts, 3 rebts e 1 asists0, Betinho (3 pts, 2 rebts e 3 asists), Afonso (4 pts e 4 rebts), Agapy (11 pts e 6 rebts) e Pastre (2 pts, 1 reb e 1 asist).

O americano David Sloan, com mais um duplo-duplo, foi um dos destaques do Pinheiros em Osasco. Foto – Bruno Ulivieri/Basket Osasco

O Pinheiros pegou 52 rebotes, sendo 17 de ataque, contra 43, com 16 de ataque de Osasco, que teve no americano Harris, com 19 pontos o seu principal cestinha.

“Não lembro bem quando fiz um duplo-duplo, mas o mais importante foi a vitória com o time jogando em equipe, mostrando um bom basquete depois de não termos jogado bem na final do Super 8. Mas só temos que ter orgulho da nossa campanha até agora”, disse Maciel, o destaque do jogo.

 

O assistente Bruno Porto falou em nome da comissão técnica. “Foi uma vitória importante para dar moral a equipe. Pouco tempo de treinamento para retomar a NBB, mas os meninos tiveram bom desempenho, mostrando que estamos no caminho certo”.

 

O JOGO

 

Primeiro período – O jogo teve um atraso de 20 minutos em função de um problema em uma das tabelas, justamente a que o Pinheiros iria atacar. Confirmando o quinteto base de jogos anteriores, com David Sloan, Felipe Gregate, Pedro Pastre, Yan Djalo e Afonso Pacheco, o Pinheiros    começou bem na defesa. Logo abriu 12 a 1, com três pontos de Gregate e nove de Djalo, faltando 7:25, obrigado o técnico de Osasco a pedir tempo. Com Djalo sendo o destaque, marcando 11 pontos, o Pinheiros fez 30 a 19 no período.

 

Segundo período – Continuando fazendo uma defesa por zona 3-2, depois pressão à quadra toda e com muita velocidade e o ataque fluindo bem, o Azul e Preto sustentou a liderança no placar, mantendo uma diferença de 14 pontos (41 a 27), faltando 4:25, obrigando o técnico de Osasco a pedir outro tempo. Abriu 21 pontos (51 a 21) para fechar primeira etapa do jogo em: 53 a 33 e uma parcial no período de 21 a 14.

 

Terceiro período – Mantendo o ritmo defensivo e consistência ofensiva, em menos de quatro minutos abriu a maior vantagem: 70 a 38. E uma parcial de 22 a 16, com muita facilidade, encerrou o período com 26 pontos na frente: 75 a 49.

Quarto período – Continuando com ritmo forte no ataque e na defesa, o técnico Gustavinho De Conti até colocou os meninos do time no jogo – Bryan e Nascimento – deixando Gregate na armação. O ritmo não caiu e a vitória veio, até com facilidade: 95 a 73.

 

JOGOS DO RETURNO EM FEVEREIRO

 

Dia 11/2, 19 horas – ginásio do Sesi – Caxias

17ª rodada – Caxias do Sul x EC Pinheiros

 

Dia 13/2, 19h30 – Poliesportivo Arnão – Santa Cruz

18ª rodada – União Corinthians x EC Pinheiros

 

 

Dia 19/2, 20 horas – Poliesportivo Villaboim

19ª rodada – EC Pinheiros x CA Paulistano

 

Resultados do NBB Caixa 2025/26

Returno

Pedrocão – Sesi Franca 95×81 EC Pinheiros

Bauru – Bauru 101×94 EC Pinheiros

Villaboim – EC Pinheiros 93×65 Rio Claro

Villaboim – EC Pinheiros 70×64 Brasília

Geodésico, Osasco – Osaso 73×95 EC Pinheiros

Imagem destacada de Yan Djalo, cestinha do Pinheiros em Osasco. Foto de Bruno Ulivieri/Basket Osasco

 

Mutirão de Limpeza: Prefeitura divulga cronograma até abril

A Prefeitura de Bonito, por meio da Secretaria Municipal de Obras, divulga o cronograma do Mutirão de Limpeza, com ações programadas nos bairros, assentamentos e no Distrito Águas do Miranda. O trabalho inclui patrolamento, roçada, retirada de entulhos e limpeza em geral, garantindo mais organização, saúde pública e qualidade de vida para a população.

Moradores devem ficar atentos e deixar entulhos, galhos e materiais de descarte em frente às residências nas datas previstas para o seu bairro. A colaboração de todos é fundamental para o sucesso da ação.

Cronograma

Fevereiro

SAS garante economia e agilidade na entrega de alimentos com apoio da tecnologia – CGNotícias

COP15 em MS vai atrair milhares de especialistas de mais de 100 países em março – Agência de Noticias do Governo de Mato Grosso do Sul

• 03 e 04/02 – Assentamento Guaicurus
• 23/02 – Vila Machado
• 24/02 – Vila Donária, Rodoviária e Centro

Março
• 04/03 – Jardim Boa Vista
• 06/03 – Solar dos Lagos
• 09/03 – COHAB
• 10/03 – Vila América
• 13/03 – BNH
• 16/03 – Tarumã
• 18/03 – Portal do Rio Formoso e Parque das Águas
• 20/03 – Vila Maruca
• 23/03 – Vila Jaraguá
• 24/03 – Vila Nossa Senhora Aparecida
• 25/03 – Loteamento do Misael
• 26/03 – Vila Mimito
• 27/03 – Vila Cherogami
• 30/03 – Grande Marambaia

Abril
• 01/04 – Jardim Bom Viver I e II
• 02/04 – Loteamento e Residencial Celiane Sette
• 03/04 – Residenciais Rio Bonito I e II e Lago Azul I e II
• 08/04 – Distrito Águas do Miranda e Pesqueiro do Noé
• 13/04 – Assentamentos Pé de Cedro, Girassol e São José
• 15/04 – Assentamento Santa Lúcia

IMPORTANTE: o cronograma poderá sofrer alterações conforme condições climáticas ou demandas operacionais.

AUTORIZAÇÃO DA INEXIGIBILIDADE Nº. 02/2026 – Prefeitura Municipal de Bonito

Funsat divulga lista de inscritos no PRIMT com mais de mil nomes – CGNotícias

O Mutirão de Limpeza é uma realização da Prefeitura de Bonito, por meio da Secretaria Municipal de Obras, com o objetivo de manter a cidade mais organizada, limpa e agradável para todos. Colabore!