TRF-3 vai investigar Atila por lavagem de dinheiro e ocultação de bens

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Na quarta-feira (05), foi incluído na pauta do dia 20 o pedido do MPF (Ministério Público Federal) pelo desembargador federal Mauricio Kato, do TRF-3 (Tribunal Regional Federal da 3ª Região), a abertura de processo formal contra o prefeito de Mauá, Atila Jacomussi (PSB), por lavagem de dinheiro e ocultação de bens.

Dessa forma, Atila pode virar réu no âmbito da Operação Prato Feito – caso a Justiça Federal ataque a denúncia. A operação em questão, investiga a lavagem de dinheiro através de merendas escolares em diversos lugares do país. Além disso, o MPF usou como base o inquérito que já tinha indiciado o prefeito e que teve como dirigente, a PF (Polícia Federal).

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Em maio de 2018, Atila foi detido pela Polícia Federal com R$87 mil em espécie, que foram encontrados escondidos em panelas na sua residência. Enquanto seu secretário de governo, João Gaspar (PCdoB), foi detido com US$ 1.300, quase 3.000 euros e R$588,4 mil.

O socialista ficou preso até setembro de 2018, mas foi solto por habeas corpus autorizado pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Gilmar Mendes. Apesar disso, Atila voltou para a prisão em dezembro do mesmo ano – durante outra operação policial, a Trato Feito.

Na época, a denúncia era de desviar recursos de outros contratos da Prefeitura para pagar mensalinho a empresários da cidade e vereadores da base. Posteriormente, o político foi solto e assumiu a cadeira da prefeitura de Mauá em setembro de 2019. Desde então, segue como chefe do executivo e organiza sua campanha para as tentativa de reeleição este ano.

Outro lado

Por sua vez, o administrador municipal nega todas as acusações. Quando a quantia de dinheiro foi encontrada em sua casa em 2018, Atila alegou que se tratava de valores de pensão recebidos pelo filho.

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