Filme baseado em best-seller ‘O Silêncio da Cidade Branca’ estreia

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Estreou na sexta-feira (6), o novo filme que acompanha a busca por um serial killer, cujo sua “especialidade” é imitar assassinatos de vinte anos atrás.

Para que um criminoso se encaixe no perfil de serial killer é preciso que, entre outros requisitos, tenha assassinado duas ou mais pessoas em situações isoladas, deixar uma “assinatura” qualquer e apresentar razões de cunho psicológico para justificar suas ações.

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Apesar das especulações a cerca do motivo para tamanha crueldade residirem em um passado traumático, não há uma fórmula capaz de identificar esse perigoso potencial, o que facilita a manutenção de um comportamento aparentemente normal e a convivência com outros grupos sociais.

Por isso, quando esses assassinos em série são descobertos, costuma haver um extremo choque e comoção popular, que desperta o imaginário de diversos autores. Um deles foi Eva García Sáenz de Urturi, autora de “O Silêncio da Cidade Branca”, que inspirou a produção do longa homônimo.

A trama se inicia com um assassinato duplo no qual os cadáveres das vítimas, um casal de jovens, são encontrados nus e em um abraço encenado – referência à prática funerária de sacrifício basca – nas criptas de uma importante catedral vitoriana. Essa descoberta deixa as autoridades locais intrigadas, pois possui exatamente as mesmas características de um assassino em série que aterrorizou a cidade duas décadas antes e teve sua prisão conduzida pelo próprio irmão gêmeo.

Assim, a única pessoa que pode ajudá-los a desvendar o caso é Unai Ayala, um investigador especializado em traçar o perfil de criminosos. No entanto, com uma investigação subordinada a interesses externos e a rapidez com que as mortes se sucedem, Unai precisa chegar aos seus próprios limites para ser capaz de confrontar um assassino implacável – que pode estar muito mais perto do que ele jamais imaginou.

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