A Prefeitura de Mauá quebrou a ordem cronológica de pagamentos do Paço, há duas semanas, para que a empresa Davi Caminhões recebesse R$ 1,11 milhão em serviços prestados.

A empresa Davi Caminhões foi contratada para prestar serviços de limpeza em vias públicas e fornecer caminhões ao Paço. Foram pagos pelo menos cinco valores, as cinco notas fiscais possuem o valor de R$ 165,7 mil; R$ 87,7 mil; R$ 11,3 mil; R$ 713,6 mil; e R$ 132 mil.

A empresa que tem sua sede localizada na cidade vizinha, Ribeirão Pires, é uma das suspeitas de pagar uma mesada para o prefeito de Mauá, Átila Jacomussi(PSD), e foi citada na operação Trato Feito, que o levou a sua segunda prisão. Átila nega qualquer conexão a este assunto. O

Em nota divulgada, a Prefeitura negou qualquer ilegalidade “A Prefeitura de Mauá informa, por meio da Secretaria de Finanças, que o motivo pelo qual houve quebra da ordem cronológica está na justificativa publicada, ou seja, a falta de pagamento implicaria na paralisação do serviço e comprometeria o programa Pintou Limpeza, criado pelo governo. Informamos também que a Justiça não requereu a suspensão do contrato, apenas que não fossem assinados novos contratos com a referida empresa.”

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