Na assinatura da revogação do decreto de calamidade e na anunciação do pacote de medidas que cortarão gastos para enfrentar a dívida de R$ 1,2 bilhão, que ultrapassa o orçamento anual da cidade, na última sexta-feira (5), o prefeito de Mauá, Atila Jacomussi (PSB), criticou as gestões anteriores e justificou a criação da taxa do lixo.

Segundo o mandatário, “a taxa foi criada por as gestões anteriores, que deixaram uma dívida de R$ 45 milhões com a empresa de coleta”. Ainda citou que conseguiu baixar para R$ 2 milhões o valor do contrato com a Lara, empresa responsável pela coleta de lixo na cidade. Contrato esse que, segundo o prefeito, “o governo interino queria, que era aumentar R$ 3 milhões do contrato vigente“.

De acordo com Atila, o contrato com a empresa Lara é de R$ 30 milhões por ano, com a negociação, o valor será de R$28 milhões. Atila também anunciou que a dívida total da cidade é de R$ 1,06 Bilhões. Por fim, criticou as outras cidades que despejam o lixo no aterro sanitário da cidade. “Eu apliquei o remédio amargo, mas, Mauá não pode pagar a conta sozinha. São Caetano, Santo André, São Vicente jogam lixo aqui e não pagam nada para a cidade. Aqui não é quintal para se jogar lixo das cidades vizinha”.

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