Quando reassumiu o cargo como prefeito, no dia 12 de setembro, Atila Jacomussi garantiu que não faria um “governo vingativo” e que mexeria nas secretarias “se fosse necessário”. Porém, na prática, tem sido diferente. Além das demissões no secretariado, o prefeito decidiu demitir 18 adjuntos indicados por Alaíde Damo (MDB), quando assumiu interinamente a Cadeira Municipal. As demissões foram publicas na última segunda-feira (25), no Diário Oficial.

Perderam os cargos todos os secretários adjuntos, visto que o primeiro escalão é composto por 24 Pastas – algumas, porém, contam com mais de um adjunto, como a Saúde. Foram dispensados nomes da Secretaria de Políticas Públicas para as Mulheres; Administração e Modernização; Desenvolvimento Econômico; Educação; Governo; Saúde (três adjuntos); Segurança Pública; Chefia de Gabinete; Meio Ambiente; Cultura e Juventude; Trânsito e Sistema Viário; Justiça; Planejamento Urbano e Serviços Urbanos.

No caso dos secretários de Alaíde, foram oficializadas as exonerações de 12 nomes: Laura Demarchi (PRB, Políticas Públicas para as Mulheres), Paulo Cordeiro (Administração e Modernização); Caio Evangelista (Cultura); Denise Debartolo (Educação); Antônio Carlos de Lima (PRTB, Governo); Marcelo Lima Barcellos de Mello (Saúde); Luiz Alfredo dos Santos Simão (Segurança); Erenita Rodrigues de Souza (Chefia de Gabinete); Agostinho Anselmo Martins (Obras); Temistocles Cristofaro (Planejamento Urbano); Cássia Rocha Fagundes Aragão (Relações Institucionais) e Michel Bianchini (Trânsito).

Alguns nomes foram exonerados logo no primeiro dia de Atila após o retorno ao Paço Municipal.

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