Após escândalo da merenda, páginas compartilham publicidade da Prefeitura

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Há cerca de duas semanas atrás, numa quarta-feira (9), Atila Jacomussi (PSB), agora prefeito licenciado de Mauá, iria preso por ter em sua residência R$87 mil em espécie e não conseguir explicar a origem do dinheiro. Através da “Operação Prato Feito”, da polícia militar, o socialista foi detido, mantido na superintendência da PF através da audiência de custódia, condenado preventivamente pelo TRF-3 (Tribunal Regional Federal da 3ª Região) e com recurso negado pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça) através do desembargador Maurício Kato.

O curioso é que algumas páginas das redes sociais, diariamente acompanhadas por munícipes que gostam de se atualizar sobre todos os tipos de notícia e algumas até mesmo de utilidade pública, se calaram. Não foram vistos posts relacionados e nada que remetesse ao ‘escândalo da merenda’. A Prefeitura, junto a sua assessoria, fez o seu papel. Tentou reverter a imagem negativa.

Imagem publicitária divulgada pela Prefeitura Municipal. (Foto: Reprodução)

A imagem acima foi divulgada pela Prefeitura Municipal. O escândalo da merenda revoltou os moradores mauaenses, que cobraram posicionamento das páginas e também dos funcionários públicos, os popularmente conhecidos, ‘comissionados’. Quando os munícipes acharam que as páginas se manifestariam com um pensamento imparcial, a imagem começou a ser divulgada até mesmo pelos donos das mesmas. Como se fosse uma publicidade.

Atual situação

O Prefeito Atila Jacomussi irá recorrer novamente com um HC (Habeas Corpus). Desta vez, no entanto, no STF (Supremo Tribunal Federal). Gilmar Mendes, conhecido pela população como ‘o salvador de políticos’ poderá ser o ministro que julgará Atila, visto que, até o fechamento desta matéria, ainda não havia sido escolhido o(a) ministro(a) que julgaria.

 

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